Mostras de Design de Interiores, Decoração, Paisagismo e Arquitetura.

Posted in Construção e Tecnologia, Design de Interiores, decoração on dezembro 17th, 2011 by Marcia – 1 Comment

As Mostras viraram uma “febre” pelo país afora e esse é sem dúvida um bom mercado para os profissionais de Design de Interiores, Paisagismo e Arquitetura. Especialmente para os dois primeiros já que podem explorar muito bem o projeto de interiores e paisagismo visto que a arquitetura em geral não pode ser modificada nos espaços onde as Mostras ocorrem, especialmente se o imóvel for Tombado pelo Patrimônio Histórico.

Dentre as Mostras mais conhecidas estão:

Casa Cor que ocorre em vários estados brasileiros e fora do país,  já completou 25 anos; entre seus objetivos: “Todos os anos, imóveis são redesenhados e decorados pelos maiores profissionais da arquitetura, decoração e paisagismo. Diversos espaços são delimitados para que especialistas possam modificá-los livremente, com o compromisso de criar um ambiente inovador, atraente, sustentável e de muito bom gosto… O resultado é um evento que possibilita aos visitantes a experiência única de desfrutar a exposição de novidades em decoração, design, peças, materiais, tecnologia e equipamentos de altíssimo nível, para que vivenciem um momento de sonho e bem-estar.” http://www.casacor.com.br

Casa Cor São Paulo 2010 - by Arq Débora Aguiar - casa completa de 380m2 com uma árvore no meio

Morar Mais por Menos, cujo conceito é “buscar no mercado o melhor custo x benefício em relação a produtos e serviços. Mostrar aos visitantes que, com a ajuda de um profissional, a decoração de interiores pode ser acessível.” Os sub-conceitos são: sustentabilidade, inclusão social, brasilidade, tecnologia e inovação, e vendas. Teve início em 2004 e ocorre em diversos estados do Brasil. http://www.morarmais.com.br

Morar Mais por Menos RJ 2011 - Quarto dos Bebês Gêmeos by de Nayara Macedo - Foto do evento e mais detalhes no Blog da minha amiga Rosana Ferreira, o www.simplesdecoracao.com.br

Morar Mais por Menos RJ 2011 - Quarto dos Bebês Gêmeos by de Nayara Macedo - Foto do evento e mais detalhes no Blog da amiga Rosana Ferreira, o www.simplesdecoracao.com.br

No mesmo estilo das outras, a Campinas Decor que ocorre na cidade Campinas – SP, atrai visitantes de toda a região. A primeira mostra ocorreu em 1996. http://www.campinasdecor.com.br

Mostra Campinas Decor - Studio Eco Decor by Eliane Cardoso

Casa Conceito: “Conceito, design e sofisticação são algumas das características que estarão em evidencia na Casa Conceito. A mostra retrata o que há de mais moderno.”

Casa Conceito 2011 - Londrina - Lounge Externo: Paulo Oliveira, Adriana Pinho Tavares e José Fernando Garla. Apoio: LaCasa Design, Jadir Battaglia, iLED, Grupo Marajó, Arti in Vetro, TWBrazil, Madeplast (EcoSeg)

Casa Conceito 2011 - Londrina - Ligthing Designer Paulo Oliveira - maiores detalhes em: paulooliveira.wordpress.com Foto: Ruffino

Casa Conceito 2011 - Londrina - Ligthing Designer Paulo Oliveira - maiores detalhes em: paulooliveira.wordpress.com

Aproveitando o gancho acima, é necessário salientar que nenhuma Mostra  funciona bem sem o trabalho cuidadoso do Ligthing Designer. Iluminação também requer projeto competente.

E pelo Brasil afora, há muitas Mostras regionais apresentando talentos, firmando nomes no mercado e apresentando tendências.

Arquitetura, Design de Interiores, Decoração e Paisagismo se complementam eficazmente. Dificilmente encontram-se profissionais polivalentes – capazes de cuidar de “todos” os aspectos de uma construção ou reforma, daí a importância de parcerias ou de equipes multidisciplinares no desenvolvimento de um projeto.

Por enquanto as Mostras restringem-se aos Projetos de Interiores, Paisagismo e com a apresentação de novas tecnologias e materiais. Quem sabe no futuro próximo uma Mostra dessas nos apresente um trabalho completo que envolva Arquitetura, Design de Interiores, Decoração e Paisagismo e nos traga belas surpresas onde se possa explorar definitivamente a Arquitetura de edifícios e de casas – inovadores em sua concepção.

Fica aí como sugestão para Construtoras e Parceiros das Mostras – criar um condomínio que inicialmente esteja a serviço de uma Mostra e posteriormente possa ser vendido a quem se interessar. Onde se explore e muito a Arquitetura em sua contemporaneidade, sustentabilidade, acessibilidade e desenho universal, para que enfim a Arquitetura possa ser de fato explorada e valorizada.

Obviamente as Mostras exploram muito os Interiores e o Paisagismo porque não há outra opção, mas sinceramente como Designer de Ambientes sinto falta de que se explore mais o campo da Arquitetura. Que se dê mais espaço para os Arquitetos mostrarem suas habilidades como arquitetos que são. A Arquitetura é uma profissão fascinante e inspiradora, mas muito pouco explorada nos nossos dias onde quase tudo mostra ter a mesma “cara” ou quando a habilidade do arquiteto(a) acaba se restringindo aos projetos de interiores e decoração.

A Arquitetura com raras excessões, tem sido muito pouco  explorada nas Mostras por motivos já citados.

Sem dúvida os arquitetos que se destacam hoje em dia são aqueles que exercitam muito a criatividade e que tiveram espaço ou oportunidades para mostrarem a que vieram. Pois bem, fica aí a sugestão ao meu ver muito viável especialmente pelo Boom Imobiliário que presenciamos.

Muita coisa ainda pode ser feita neste campo, como Mostras inspiradas em filmes, novelas e seriados. Mostras que façam um levantamento histórico dos ambientes, por cada década do Século XX, por exemplo. Mostras de ambientes comerciais e corporativos, enfim, há muita coisa ainda para ser explorada.

Como participar dessas Mostras como expositor?

Entrando em contato com os organizadores do evento, normalmente pelos sites e participando das reuniões onde ocorrem as inscrições.

Os valores, os locais e os temas são informados nessas ocasiões.

Arquitetura inspiradora

Arq Gustavo Penna e Arq Associados via Arcoweb

Arq Marcio Kogan - Casa Corten

Arq Marcio Kogan - Casa Corten

Arq Ruy Ohtake - Hotel Unique - SP

Arq Arthur Casas - Iporanga

Bosco Verticale by Stefano Boeri

Bosco Verticale by Stefano Boeri

As torres residenciais acima de 27 andares cada estão sendo construídas em  Milão para abrigar florestas verticais.

O  projeto faz parte de um reflorestamento que busca aumentar a biodiversidade no ambiente urbano.

Abrigarão cerca de 900 árvores, 5.000 arbustos e 11.000 plantas rasteiras, equivalendo a uma floresta de 10.000m2.

A proposta é de reutilização de água para irrigação, produção de energia solar.

A segurança com relação a peso, vento, manutenção etc., também foi minuciosamente calculada pelo arquiteto responsável Michele Brunello.

O escritório Stefano Boeri é responsável pelo projeto.

Moradia saudável – o que levar em consideração…

Posted in Construção e Tecnologia, Ergonomia on dezembro 16th, 2011 by Marcia – Be the first to comment

Ter moradia é uma necessidade básica ao ser humano, fazer dela um lar é um conceito mais amplo que depende de vários fatores.

Entre esses fatores estão quem habita, como habita e como organiza o espaço.

É interessante que as necessidades mudam com o tempo. Uma kitnet pode ser tudo o que um solteiro precisa, mas para um casal pode ser inadequado especialmente quando vem os filhos que obviamente requerem mais espaço e a privacidade passa a ser fator fundamental para os habitantes do ambiente.

O vídeo do comercial abaixo ilustra muito bem esta situação de uma forma bem cômica.

É importante ressaltar que qualquer que seja o espaço, desde os bem pequenos aos muito generosos – todos podem se tornar ambientes aconchegantes. É claro que sempre será um desafio para os profissionais que projetam interiores lidar com os dois extremos, os muito pequenos e os muito grandes.

Nos imóveis pequenos o desafio é dar conta de colocar dentro tudo o que se necessita para o dia a dia e ainda atentar para a funcionalidade enquanto que nos grandes imóveis há sempre o risco de se perder no projeto com os muitos detalhes a serem vistos e trabalhados.

É óbvio que a compra na maioria das vezes é motivada pelo bolso e não pela necessidade real, daí a importância de boa pesquisa de mercado levando em conta o bairro onde se encontra o imóvel, as facilidades de acesso e de serviços.

Muitas vezes pode-se conseguir um imóvel de tamanho confortável e funcional por um bom preço, porém mais distante da efervescência das cidades. Mas, se o desejo é facilidade em termos de serviços e acesso ou mesmo segurança, sem dúvida o imóvel terá dimensões menores e custo mais elevado.

Não há dúvida que dimensões maiores são muito mais saudáveis. Casas ou apartamentos com pé direito entre 2,80m e 3,00m – infelizmente raros hoje em dia – iluminação natural em abundância, ventilação cruzada, preceitos do desenho universal, acessibilidade, vegetação, são fatores básicos para a saúde do ambiente e de seus habitantes.

É uma pena isto não ser acessível à boa parte da população, mas, pior é perceber pessoas que poderiam viver em ambientes mais saudáveis, muito desatentas para notar a importância desses fatores. Vai o alerta.

Cenários de sonhos… O trabalho do cenógrafo.

Posted in Design, Design de Interiores, História da Arte, decoração on novembro 10th, 2011 by Marcia – Be the first to comment

QUEM acompanha os seriados de TV e as novelas muitas vezes não se dá conta de que estes são grandes formadores de opinião e propulsores de tendências e comportamento. Isso não é diferente quando o assunto é decoração e design de interiores já que os cenários muito bem planejados estimulam as pessoas a desejarem aquilo que vêem todos os dias na telinha.

Os grandes anunciantes, cientes da enorme força desse meio inserem e oferecem seus produtos através do chamado Merchandising Editorial (Tie In).

Mas, deixando o marketing de lado, temos a oportunidade de ver lindos cenários, desejados por muitas pessoas de diversas gerações.

O Cinema obviamente não fica atrás. Há filmes primorosos nesse quesito e alguns inclusive fazem críticas objetivas a certas tendências globais em detrimento das culturas locais.

Quem atua nessa área é o Cenógrafo cujo código na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) é o 2623. A CBO ainda informa que o profissional que atua nessa área deve ter curso superior, mas não especifica em qual área. Alisto no final do Post alguns cursos que encontrei nessa área aqui no Brasil, a maioria no eixo Rio-São Paulo. Há cenógrafos com formação diversa como Artes Plásticas, Artes Visuais, Design de Interiores e Arquitetura para citar apenas alguns.

O que faz o Cenógrafo? A CBO diz: “Formulam conceito artístico da cenografia, pesquisando a obra artística, seu contexto histórico, perfil das personagens, autor e conteúdo possibilitando a compreensão do texto, dar corpo às palavras no espaço e no tempo e criar ambientes e atmosferas que valorizam e enfatizam a concepção cênica; elaboram projeto cenográfico a partir de estudos preliminares do espaço cênico, viabilidade na utilização de materiais e ajustes com equipes (artística, técnica e de produção) e acompanham sua concretização, coordenando e supervisionando equipes de cenotécnica, produção cenográfica e outras equipes envolvidas na montagem da cenografia; reelaboram projeto cenográfico para adaptar cenografia a novos lugares e espaços.“  http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultado.jsf

Estou postando aqui apenas alguns exemplos que marcaram a história da TV e do Cinema nesse aspecto da Cenografia, não seria possível me lembrar ou colocar tudo aqui.

Qual dona de casa dos anos de 1964 a 1972 (no Brasil foi apresentado até início dos anos 80) não desejou ter a cozinha, a sala de estar e jantar, os quartos e enfim, a casa da Samantha Stephens de A Feiticeira?

Como o seriado durou vários anos, a cada nova temporada havia algo de novo na decoração, no mobiliário e nas cores.

Dá uma espiada:

Casa dos Stephens - fonte: hookedonhouses.net

Sala de estar

Sala de estar

Sala de tv

Sala de jantar

Cozinha e balcão americano

Cozinha

Cozinha com seus equipamentos modernos

Cozinha planejada

Cozinha da Samantha


E que criança não pediu um quarto igual ao da Tábata?

Quarto da Tábata

Quarto da Tábata

Quarto da Tábata

Quarto da Tábata e do Adan em tons de azul e amarelo

Quarto do casal

Quarto do casal

Andora e Samantha

Quantas meninas receberam o nome de Samantha ou de Tábata por causa desse seriado de tv?

Jeannie é um Gênio, outro seriado que marcou uma geração, e que cenários bem cuidados.

Ah! Quem nunca quiz morar na garrafa da Jeannie é um gênio (I Dream of Jeannie – 1965-1970)?

A Garrafa da Jeannie

Sala de Jantar

Jeannie é um gênio

Jeannie é um gênio

Three Stooges ou Os três patetas – 1922-1970 (atividade do grupo)
Seriado: I Love Lucy – 1951-1960
Série: Além da imaginação – 1959

Seriado: Jornada nas estrelas - várias temporadas: 1966-69 / 1973-74 / 1987-94 / 1993-99 / 1995-2001 / 2001-2005

Seriado: Os Waltons - 1971-1981

Vila Sésamo- anos 70 (Brasil)

Sítio do Picapau Amarelo - 1977

Turma do Chaves - ainda em exibição (reprise)

Seriado: Sex and the City - 1998-2004

Seriado: Sex and the City - 1998-2004

Seriado: Sex and the City - 1998-2004

Seriado- Todo mundo odeia o Chris - 2005-2009 (retrata os anos 80)

Seriado- Mad Man - 2007 em diante (retrata os anos 60)



Agora uma seleção de alguns filmes que marcaram as décadas… com seus cenários fantásticos.

Filme Viagem a lua - 1902

Filme - Carlitos nas trincheiras - 1918

Filme- A caixa de Pandora - 1929

Filme- Ben Hur - 1925

Filme: Tempos Modernos (Modern Times) – 1936

Filme- O mágico de Oz - 1939

Filme: E o vento levou (Gone with the Wind) 1939

Filme- Amar foi minha ruína - 1945

Filme- Carta de uma desconhecida - 1948

Filme- Cidadão Kane - 1941

Filme- Como era verde meu vale - 1941

Filme- Amor eletrônico - 1957

Filme- A roda da fortuna - 1953

Filme: Meu Tio – Mon uncle  – 1958

Filme- Gata em teto de zinco quente - 1958

Filme- O homem que sabia demais - 1956

Filme- Tarde demais para esquecer - 1957

Filme- Um corpo que cai - 1958

Filme- Se meu apartamento falasse - 1960

Filme- Adivinhe quem vem para jantar - 1967

Filme: Um Convidado bem trapalhão (The Party) – 1968

Filme- A fantástica fábrica de chocolates - 1971

Filme- ET O extra-terrestre - 1982

Filme- Beleza Americana - 1999

Filme- Prenda-me se for capaz - 2002

Existem muitos exemplos maravilhosos… mas falta tempo e espaço para falar desses muitos.

De qualquer modo é um trabalho fantástico o desses profissionais que também mostram suas habilidades no Teatro e nos Espetáculos de modo geral.

Cenários de época, contemporâneos, futuristas, rural, etc, todos requerem muita pesquisa e trabalho árduo, mas o resultado final é sempre muito agradável de se ver.

o cravo e rosa

chocolate com pimenta

Ciranda de pedra

Novela Força de um desejo

Minissérie Os Maias

Enfim, para os Designers de Ambientes / Interiores, eu diria até que uma boa forma de entender e conhecer a evolução do design, do mobiliário e dos estilos que estiveram em voga no Século 20 até hoje, é tomar tempo para ver filmes, seriados e novelas que se estendem desde o início do Século passado. Tudo registrado e disponível. Basta treinar o olhar para enxergar o que está além do vídeo. Além disso, os filmes, seriados e novelas de época – muito bem pesquisados – apresentam bem a época que retratam. Um bom exercício…

Obs.: Todas as imagens foram obtidas na internet e estão disponíveis nos mais diversos site e blogs.

Agora um pouquinho sobre os Cursos na Área de Cenografia

Obs.: Não endosso nenhum por não conhecê-los, mas foi o que encontrei em minha breve pesquisa.

Cursos Livres

Academia Internacional de Cinema – http://aicinema.com.br – SP

Curso com 30 horas de duração -> Oficina de Cenografia

http://aicinema.com.br/curso/oficina-de-cenografia/

Quartas-feiras, das 19h30 às 22h30.Próxima turma: 21 de maio a 01 de junho de 2012.

Escola São Paulo – 11 3060 3636 – SP

http://www.escolasaopaulo.org/atividades/cenografia-para-teatro-e-cinema/cenografia-para-teatro-e-cinema

SP Escola de Teatro – Centro de formação das artes do palco – SP www.spescoladeteatro.org.br – 11-22927088

Cenografia e Figurino:

Com coordenação de J.C.Serroni, visa a capacitar jovens interessados no universo profissional da cenografia e do figurino. Qualificação na qual o aprendiz recebe noções básicas do fazer cenográfico e da indumentária teatral. O curso tem caráter prioritariamente prático e, para isso, além das oficinas, articula estágios em teatros, centros culturais, produtoras de TV e agências. Aulas teóricas e práticas são complementadas por meio do contato com outros profissionais que já atuam no setor.

Duração de dois anos – http://www.espacocenografico.com.br/

Flaksman Pini Vergara – Cenografia – RJ(21) 2232 5593

http://www.flaksman.com.br/pt/cenografia/cursos/

Fundação Clóvis Salgado – BH – MG

Centro Técnico de Produção oferece oficinas de aperfeiçoamento profissional

http://www.fcs.mg.gov.br/noticias/17-635,centro-tecnico-de-producao-oferece-oficinas-de-aperfeicoamento-profissional.aspx

Curso Superior

Curso Superior na ECA – USP – SP

Habilitação em Cenografia: ARTISTA – PESQUISADOR DO ESPAÇO CÊNICO

http://www.eca.usp.br/departam/cac/cenografia.html

http://www.eca.usp.br/salapreta/PDF04/SP04_018.pdf

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Artes Cênicas com habilitação em Cenografia forma profissionais capacitados a projetar e a executar cenários para teatro, cinema e televisão, além de definir a ambientação mais adequada a eventos artísticos e culturais. Está em processo de aprovação no Conselho de Ensino de Graduação a união entre o curso de Cenografia e o de Direção Teatral, da Escola de Comunicação.

http://www.eba.ufrj.br/index.php?option=com_content&task=view&id=42&Itemid=97

Pós-Graduação em Cenografia

Escola de Belas Artes – www.belasartes.br – SP

Especialização Latu Senso em Cenografia e Figurinos

http://www.belasartes.br/pos-graduacao/?pagina=cursos&curso=cenografia

Dirigir e falar ao celular

Posted in Ergonomia on setembro 30th, 2011 by Marcia – Be the first to comment

Fugindo um pouco do universo do Design, mas abordando um tema relacionado a Ergonomia (segurança), quero falar sobre algo que tem me preocupado muito.

Hoje em dia tem sido muito, muito, muito, MUITO comum vermos pessoas dirigindo seus veículos ao mesmo tempo em que  falam ao celular ou enviam mensagens textos, como se fosse algo normal, natural e inofensivo.

Mesmo que essa prática não fosse uma infração às leis de trânsito, ela seria uma declaração em alto tom de total desrespeito pela vida.

Se você não faz isso, maravilha. Mas com certeza tem amigos, parentes, conhecidos, colegas que fazem isso o tempo todo.

Gentilmente lembre a essas pessoas queridas que há sérios riscos envolvidos.

Quem se conscientiza do problema não fala ao celular enquanto dirige.

Se precisar atender ao celular ou enviar uma mensagem, estacione seu veículo em local seguro e comunique-se adequadamente.

BONS MOTORISTAS APENAS DIRIGEM.

Existem algumas campanhas, estudos e reportagens pelo mundo que exploram muito bem esse tema, alguns são até chocantes, mas apresentam uma realidade com a qual convivemos diariamente. Veja alguns e cuide-se bem:

Ninguém está imune a acidentes, então, não os provoque. Não se torne responsável por destruir vidas.

Dirija com segurança.

Textos úteis:

Acidente de automóvel: ‘Só acontece com os outros´?

Como dirigir com segurança

Como enfrentar os desafios do trânsito

Conserte seu carro com segurança

Transformar

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, decoração on setembro 22nd, 2011 by Marcia – Be the first to comment

Quase todo mundo tem móvel que se deteriorou com o tempo mas que de modo geral ainda está em bom estado.

Que tal transformá-lo, renová-lo?

Veja que beleza…

Lindo, não é mesmo?

Fonte: ?http://www.apartmenttherapy.com/chicago/before-after/before-after-connies-ugly-to-unbelievable-dresser-salvage-savvy-156586

Strongylodon macrobotrys – Trepadeira Jade

Posted in Paisagismo on setembro 5th, 2011 by Marcia – 5 Comments

Estou apaixonada por mais esta beleza da criação de Deus.

Vi uma na semana passada na entrada de uma residência mas não pude fotografar.

É preciso ver ao vivo a beleza dessa espécie.

A cor é maravilhosa – um azul-esverdeado. Existe a espécie vermelha também.

Trepadeira Jade - Fonte: revista Casa Claudia

Um pouquinho de informação sobre esta beleza:

A trepadeira jade é vigorosa, perene, de ramos lenhosos.
Floresce na primavera e verão.
As flores possuem um brilho perolado espetacular e uma coloração entre o verde e o azul, sendo comparada com as pedras preciosas jade, água-marinha e esmeralda.

A trepadeira-jade é uma planta excelente para cobrir estruturas fortes como pérgolas e caramanchões.

Atrai beija-flores.

As podas podem ser realizadas para contenção do crescimento e renovação da folhagem.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, irrigado a intervalos regulares.

Adubações anuais na primavera ou verão estimulam florações mais abundantes.

Aprecia a umidade e o calor mas não é tolerante ao frio intenso

Por ocasião do plantio, deve-se fazer um sombreamento para que a mesma se estabeleça. Depois de firmada, retira-se o sombreamento pois ela necessita de pleno sol para se desenvolver. Esse sobreamento poderá ser feito com folhas de palmeiras.

Trepadeira Jade - Fonte de imagem: www.jardinagemepaisagismo.com

Trepadeira Jade - Fonte de imagem: www.jardinagemepaisagismo.com

Trepadeira Jade - Fonte de imagem: www.jardinagemepaisagismo.com

Mais uma maravilha da criação.

Criatividade é um dom?

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, Projetos comerciais, decoração on julho 26th, 2011 by Marcia – Be the first to comment

Quando se fala de Design, Arquitetura, Artes, Decoração, etc, e levando em conta que nessas áreas a criatividade é fundamental, muita gente se pergunta: A criatividade é um dom de poucos ou pode ser desenvolvida?

Gosto muito dessa definição de criatividade: “criatividade é o processo que resulta em um produto novo, que é aceito como útil, e/ou satisfatório por um número significativo de pessoas em algum ponto no tempo” (Stein, 1974).

As crianças são naturalmente criativas e quando são elogiadas seu potencial aumenta ou se desenvolve. O contrário também é verdade, crianças que são muito criticadas ou muito reprimidas em suas criações tendem a minar esse potencial durante sua vida.

Se uma criança recebe a tarefa de colorir um cenário que representa a natureza e decide pintar o céu de rosa e o sol de azul, haveria algum erro nisso? Claro que não. Ela está sendo criativa. Está colocando a percepção dela naquela tarefa, está inovando. Mas, imagine a chegada de um indivíduo desavisado, com ótimas intenções e que tenta “ensiná-la” que o céu deve ser azul e o sol amarelo!

Isso não seria reprimir a criatividade daquela criança?

Quantos de nós passamos por isso na infância?

Quantos de nós desenvolvemos medo de ser criticados e por isso deixamos de criar, de inovar e até de experimentar?

É fato, porém, que quando sentimos que não estamos sob ameaça, a tendência é perder o medo de inovar e assim mostramos as habilidades criativas mesmo sob certa pressão ou demanda.

Algumas pessoas usam muito bem a capacidade criativa pois para ela é algo muito natural. Por outro lado, o indivíduo com dificuldade no uso da mesma sem dúvida pode ser incentivado.

Isso pode ser propiciado dando a estes a oportunidade de criar, de vencer desafios, de testar hipóteses, de desenvolver novos diálogos através de conhecimento de outras culturas, formações e ideias, por exemplo.

O indíviduo criativo é aquele que investiga, que é curioso, que experimenta… E não é muito interessante que estas sejam exatamente as características das crianças?

Infelizmente estas acabam se perdendo no desenvolvimento da pessoa por vários motivos, inclusive os citados acima. Daí a necessidade de estímulo e incentivo já que a criatividade é necessária em todos os aspectos da vida – nos estudos, no lar, no trabalho – enfim, na solução de problemas e por que não dizer na satisfação pessoal.

A criatividade está  muito ligada ao humor – algumas pessoas são muito criativas quando estão felizes e outras quando estão deprimidas, mas este é fator muito pessoal, é da essência do indivíduo.

Aqui está um exemplo fantástico de criatividade onde se aliou Design, Arquitetura e Engenharia:

Outros exemplos de criatividade:

Fonte das imagens: internet.

Visual Merchandising – o que é?

Posted in Design de Interiores, Projetos comerciais on julho 25th, 2011 by Marcia – 1 Comment

Muita gente pergunta o que é Visual Merchandising ou Merchandising Visual.

Bem, antes de esclarecer esse termo vamos entender o que é Merchandising.

Merchandising

É qualquer técnica, ação ou material promocional usado no ponto-de-venda (PDV), que ofereça informação e visibilidade a: produtos, marcas ou serviços, motivando e influenciando as decisões de compra dos consumidores.

É responsável pela apresentação destacada de produtos e envolve ações e estratégias normalmente desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar (de várias formações) que normalmente não faz parte do dia-a-dia do PDV. É uma área muito dinâmica.

Pode-se dizer que o merchandising é um dos braços do marketing – este dirige várias ações -  e uma delas é o merchandising.

O Visual Merchandising é a  técnica de trabalhar o ambiente do ponto-de-venda criando identidade e personalidade através do design e da decoração. Tem como objetivos: aclimatar, seduzir, motivar, induzir à compra.

Diferentemente do Vitrinismo, o Visual Merchandising envolve a vitrine e o próprio PDV, como um conjunto harmonioso.

É interessante observar que a profissão existe e faz parte da CBO – Classificação Brasileira de Ocupações sob o código:

3751-15 Visual Merchandiser

Ainda segundo a CBO, este profissional trabalha, basicamente, no comércio atacadista e varejista, na construção e na prestação de serviços, podendo ser encontrados também em outras atividades, como a indústria. Montam vitrines e estandes em feiras e eventos, criam e desenvolvem campanhas temáticas voltadas para a comercialização de produtos, cuidam da circulação das pessoas e da otimização da apresentação dos produtos internamente às lojas… Desenvolvem suas atividades individualmente e em equipes multidisciplinares, predominantemente por conta própria, na maioria das vezes sem supervisão.

Sendo funcionário contratado de uma empresa, poderá ainda dentro de suas funções já citadas interagir com a gerência para obter informações de vendas, margens, descontos, movimento do dia anterior e estabelecer ações estratégicas visando à correção de desvios ou manutenção dos níveis obtidos. Verificar exposição de produtos, analisar mercadorias recebidas e solicitar aos promotores ou demais funcionários a reposição ou exposição de novos produtos. Coordenar a organização, limpeza e apresentação dos estoques dos produtos da área de vendas, visando à exposição de acordo com a qualidade estabelecida. Conferir diariamente se foi feita adequadamente a precificação dos produtos. Acompanhar ações promocionais, definindo locais, demonstrações e formas de exposição do produto que atraiam a atenção do cliente. Identificar e propor ações para alavancar negócios e obter os resultados de margens e volumes desejados, dentro da exposição de produtos. Interagir com fornecedores para obter informações técnicas sobre os produtos a fim de criar alternativas para exposição dos mesmos, ações promocionais locais e avaliar ação dos promotores.

Percebe-se desse modo que o VM ou Visual Merchandiser dentro de um empreendimento tem papel fundamental no que diz respeito ao êxito ou ao fracasso das vendas e que a este não cabe mais cuidar apenas da vitrine, mas da loja como um todo, estando interessado e inteirado de tudo o que ocorre a cada dia.

Postarei mais informações sobre Visual Merchandising na Página que leva esse nome.

Um ótimo material de leitura nesse sentindo é o livro:

Merchandising no Ponto-de-Venda da autora Regina Blessa.

Belos exemplos de Vitrines e de Visual Merchandising:

Marc Jacobs - Pool Party

Ralph Lauren - My wardrobe

Uniqlo Store

Printemps

Zara TRF - Oxford Street

Acessibilidade para TODOS

Posted in Construção e Tecnologia, Design de Interiores, Ergonomia on julho 25th, 2011 by Marcia – Be the first to comment

Quando falamos sobre Acessibilidade não podemos pensar apenas em cadeirantes, idosos, crianças, deficientes visuais ou pessoas com alguma necessidade especial.  Acessibilidade deve ser pensada para TODOS.

Todo ser humano necessita de Acessibilidade.

Com limitações ou sem limitações, todos necessitamos de ambientes acessíveis. Daí a importância de ambientes bem planejados. Pensados!!!!

O Desenho Universal é uma ferramenta importantíssima nesse aspecto. Eu já postei alguma informação sobre este tema, mas é sempre bom lembrar.

Bem, é fato que muitas pessoas associam esse tipo de cuidado com custos altos, mas é necessário dizer que os custos dependem muito dos materiais escolhidos. É possível trabalhar o Desenho Universal para todos os bolsos e é fato também que com a demanda os custos obviamente tendem a cair. A educação nesse sentido é um facilitador para todos nós, quanto mais informação, menos problemas relacionados a espaços problemáticos com dificuldades na acessibilidade.

Um dos grande problemas com relação a Acessibilidade são as Calçadas ou Passeios Públicos, por falar nisso, como é a sua? É acessível a TODOS?

São conceitos do Desenho Universal:

1. Igualitário – Uso Equiparável.
São espaços, objetos e produtos que podem ser utilizados por pessoas com diferentes capacidades, tornando todos os ambientes iguais.

2. Adaptável – Uso Flexível.
Design de produtos que atendem pessoas com diferentes habilidades e diversas preferências, sendo adaptáveis a qualquer uso.

3. Óbvio – Uso Simples e Intuitivo.
De fácil entedimento para que qualquer pessoa possa compreender, independente de sua experiência, conhecimento, habilidade de linguagem ou nível de concentração.

4. Conhecido – Informação de Fácil Percepção.
Quando a informação necessária é transmitida de forma a atender as necessidades do receptador, seja ela uma pessoa estrangeira, com dificuldade de visão ou audição.

5. Seguro – Tolerante ao Erro.
Previsto para minimizar os riscos e possíveis consequências de ações acidentais ou não intencionais.

6. Sem esforço – Baixo Esforço Físico.
Para ser usado eficientemente, com conforto e o mínimo de fadiga.

7. Abrangente – Divisão e Espaço para Aproximação e Uso.
Que estabelece dimensões e espaços apropriados para o acesso, alcance, manipulação e uso, independentemente do tamanho do corpo (obesos, anões etc.), da postura ou mobilidade do usuário (pessoas em cadeira de rodas, com carrinhos de bebê, bengalas etc.).

Excelentes sugestões nos vídeos a seguir. Não deixe de ver com atenção:


Como tornar o relacionamento acessível?

Um aspecto sempre bom de lembrar é como se relacionar e interagir adequadamente com as pessoas que convivem com algum tipo de deficiência.

Você já se deparou com alguma situação em que não soube como agir? Veja então ótimas dicas de relacionamento.

DICAS DE RELACIONAMENTO


Fontes de pesquisa:

http://www.maragabrilli.com.br onde você pode baixar gratuitamente o livro: Desenho Universal – Um conceito para todos.

http://www.acessobrasil.org.br

http://www.casaacessivel.com.br/ambiente_acessivel

POR QUE estudar ERGONOMIA?

Posted in Ergonomia on junho 18th, 2011 by Marcia – Be the first to comment

Designer Gráfico

Designer de Produto

Designer de Interiores

POR QUE estudar Ergonomia?

Como a ergonomia pode ser aplicada para melhorar o projeto e o funcionamento de qualquer sistema, ferramenta, ambiente ou produto com os quais as pessoas interagem, especialmente em meio físico? Já pensou nisso? Sabe como fazer isso?

O 11º Ergodesing em maio/2011www.ergodesign-usihc.com.br abordou questões pertinentes, entre elas:
“1. Metodologia Ergonômica no Projeto de Produtos
Estudos de métodos e técnicas aplicados à apreciação, diagnose, projetação, avaliação, validação e testes ergonômicos. Envolve a pesquisa de passos e procedimentos para a configuração, conformação e aplicação de dados antropométricos aos projetos de produto e estações de trabalho.

2. Ergodesign do Produto

Considera-se as aplicações dos conhecimentos, métodos e técnicas da área de ergodesign, a projetos de produto e estações de trabalho.

3. Avisos e Advertências
Envolve o estudo de elementos de linguagem verbal e icônica, destaque de informação, uso de cor, ilustração estática, passo a passo de procedimentos operacionais, aplicados a Avisos e Advertências em embalagens, manuais de instrução e outros sistemas de informação. Ressaltam-se as questões de legibilidade e decodificação.

4. Sistema de Orientação, Sinalização e Instrução
Envolve o estudo de elementos de linguagem verbal e icônica, destaque de informação, uso de cor, ilustração estática, aplicados a Sistemas de Sinalização. Ressaltam-se as questões de legibilidade, decodificação e orientação espacial.

5. Ambiente Construído
Uso do espaço interior ou urbano, com base nos conceitos de territorialidade, espaço público e privado e interação entre os indivíduos com o espaço. As barreiras arquitetônicas, os marcadores espaciais e os mapas cognitivos. A circulação no espaço Arquitetural.

6. Constrangimentos Posturais em Postos de Trabalho
Constrangimentos posturais e sua relação com os custos humanos, como lombalgias. Sabe-se que os problemas posturais, resultantes de movimentação de materiais, implicam lesões por esforços repetitivos – DORTs, doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho. Este é um tema atual da ergonomia e determina inovações tecnológicas e criação de novos produtos; saúde e segurança do usuário em relação ao uso ou “mau uso” de produtos.

7. Acessibilidade e Projeto Inclusivo
Envolve o acesso aos mecanismos e facilidade de manipulação considerando a inclusão de usuários com necessidades específicas (portadores de deficiência, idosos, etc).

8. Trabalhos Auxiliados por Computador

A introdução de sistemas informatizados no processo de concepção de produtos, com o uso de programas de computador com softwares CAD , CAM e CAE, em processos industriais, implicando a aquisição de novas competências e conflitos para os antigos processos e operadores, que detêm o saber-fazer tradicional.


Já a 11º USIHC
focou exclusivamente na informação sobre como a ergonomia é aplicada para melhorar o projeto e o funcionamento de qualquer sistema, ferramenta, ambiente ou produto com os quais as pessoas interagem, especialmente em meio digital, com os seguintes temas:


1. Sistemas de Hipermídias e Hipertexto
Usabilidade de programas informatizados, multimídias, hipertextos, páginas “web”, sistemas de venda via “internet”, “homebanking”, considerando usuários diversificados.

2. Design de Interfaces

Conjunto de elementos de interação e desenvolvimento de uma interface e suas relacões uns com os outros e com seu ambiente de maneira a formar um ambiente integrado.

3. Arquitetura de Informação
Arquitetura de informação – design estrutural de informações para dar suporte à usabilidade e à facilidade de obtenção de informações; organização, rotulação e esquemas de navegação dentro de um sistema de informações; classificação e administração da informação; padrões de busca.

4. Metodologia Ergonômica no Projeto de Sistemas Digitais
Aplicações dos conhecimentos, métodos e técnicas da ergonomia em projetos de sistemas digitais; comparação de técnicas e validação de procedimentos.

5. Experiência do Usuário
Todos os aspectos relacionados a experiência do usuário durante a interação com produto, serviço e ambiente. A performance do sistema, comportamento interativo, capacidades assistenciais de interação com o sistema. Todos os aspectos de usabilidade e desejo de um produto, sistema ou serviço na perspectiva do usuário.

6. Interação em Dispositivos Móveis
Relação de uso com dispositivos como aparelhos celulares, leitores de Livros digitais (e-readers), tablets. São objetos deste item tanto as interações em interfaces de aplicativos para dispositivos quanto as novas formas de comunicação entre pessoas, como mensagens instantâneas, redes sociais. Serão  considerados trabalhos que discutam ou tragam experiências práticas sobre dispositivos e sobre serviços móveis.

7. Acessibilidade e Projeto Inclusivo em Sistemas Digitais

Envolve os processos de inclusão digital por meio de plataformas digitais e virtuais; Interação em ambientes virtuais de aprendizagem; acesso aos mecanismos e facilidade de manipulação considerando a inclusão de usuários com necessidades específicas.


Felizmente diversas Universidades estão atentas à necessidade premente do uso da Ergonomia nos Sistemas e estão abrindo cursos Latu Senso na área.


Onde estudar ERGONOMIA?


Coloco abaixo uma sugestão para quem mora na cidade de Campinas – SP.

Unisal – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, que está com inscrições abertas.


Ergonomia de Sistemas de Produção – Lato-Sensu

Carga Horária: 360 horas

Curso de Pós–Graduação Lato Sensu em ERGONOMIA de SISTEMAS de PRODUÇÃO tem como objetivo capacitar profissionais que atuam nas áreas de saúde, projeto e recursos humanos para empregar conceitos e metodologias de análise do trabalho com o propósito de adaptá-los às características humanas. O curso tem como objetivo ainda capacitar os participantes para a elaboração da análise ergonômica do trabalho e estimular a participação em projetos de produtos.

PÚBLICO ALVO

O curso destina-se aos profissionais com nível superior que atuam em organizações ou em atividades de engenharia, fisioterapia, medicina, psicologia, desenho industrial, arquitetura, administração e recursos humanos.

DISCIPLINAS

Teoria da Administração
Gestão de Talentos e Competências
Introdução à Ergonomia
O Homem em Situação de Trabalho
Contribuição da Ergonomia de Concepção
Temas Atuais no Campo da Ergonomia
Trabalho Prático em Ergonomia
Trabalho e Sociedade
Sistemas de Produção
Métodos e Técnicas em Ergonomia
Metodologia do Trabalho Científico
Orientação de Trabalho Cientifico

Duração – 24 meses

Para dados sobre custo e datas entre no site: http://www.unisal.br

Ou envie e-mail para    posgraduacao@sj.unisal.br

(19) 3744-3000

Cursos Online em todas as áreas do conhecimento



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