Design de Interiores

Cosmic Leaf por Ross Lovegrove para Artemide

Posted in Design, Design de Interiores, Iluminação, decoração on agosto 17th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

As luminárias da linha Cosmic Leaf do designer inglês Ross Lovegrove para a Artemide, são impactantes.

O designer baseia seu trabalho na combinação de tecnologia e natureza criando à partir deste conceito trabalhos surpreendentes e inusitados.

A forma como ilumina torna a Cosmic Leaf numa obra de arte moderna e com apelo aconchegante, indicada para ambientes elegantes e contemporâneos.

cosmic leaf by ross lovegrove

cosmic leaf by ross lovegrove

Pode-se encontrá-las na La Lampe.

Fonte: http://www.designboom.com

Cores, não deixe de usá-las no seu empreendimento

Posted in Cor - Forma - Textura, Design de Interiores, decoração on julho 11th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

Matéria interessante sobre o uso da cor publicada no site Pequenas Empresas & Grandes Negócios ( http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/cores-nao-deixe-de-usa-las-no-seu-empreendimento ) escrito por Escrito por Michelle Iglesias em 07.07.2010.

Vale a pena lembrar que existem profissionais habilitados no mercado para atender esta demanda e auxiliar na escolha da cor ou das cores mais adequadas para seu empreendimento.

A cor é um tema abrangente e está ligada a cultura e a psicologia.

Tem sido utilizada na arquitetura, no design de interiores e gráfico também com o intuito de tornar o mundo mais acessível para as pessoas com algum tipo de deficiência, mobilidade e visão reduzida, etc.

Não deixe de ler o texto da Michele Iglesias, abaixo:

lapis_cor

“Imagine que você está em uma loja para comprar uma camiseta, uma única camiseta, e nessa loja encontra milhares de outras opções que, feliz ou infelizmente, são do seu agrado ao ponto de lhe fazer provar uma por uma. Os modelos são iguais, o que as diferenciam são as cores, e isso faz com que uma ou outra aparente vestir melhor e, portanto, ganham a sua preferência. Me deparei nessa situação no domingo passado e, ao refletir com calma, percebi que era algo que acontece com frequência em nossas vidas.

Como consumidora, confesso que dou preferência por uma loja, lanchonete ou restaurante com uma aparência mais vistosa, mais vibrante. Apostar na inovação do estilo de seu ponto comercial pode ser um bom diferencial em relação aos seus concorrentes. Assim como o logotipo, o nome e o slogan da empresa, também é importante pensar em quais cores usar, seja na hora de montar a loja ou de elaborar o logotipo, por exemplo.

Na escolha de qual combinação usar, opte por cores que representem algo para sua empresa. Mas atenção, tome alguns cuidados. As cores têm uma certa influência psicológica sobre o ser humano, algumas estimulam, outras tranquilizam. Isso acontece porque são captadas pela visão e transmitidas para o cérebro, onde refletem impulsos e reações ao corpo. Para não dar nenhuma bola fora, confira abaixo o significado das cores, segundo o site Mundo Educação:

Preto: permite a auto-análise, a introspecção, pode significar também dignidade, está associado ao mistério.
Branco: remete a paz, sinceridade, pureza, verdade, inocência, calma.
Verde: simboliza esperança, perseverança, calma, vigor e juventude e ainda lembra a natureza.
Vermelho: ativa e estimula, significa elegância, paixão, conquista, requinte e liderança.
Amarelo: desperta, traz leveza, descontração, otimismo. Simboliza criatividade, juventude e alegria.
Azul: produz segurança, compreensão. Propicia saúde emocional e simboliza lealdade, confiança e tranquilidade.
Laranja: além de significar movimento, espontaneidade, tolerância e gentileza, é uma cor estimulante.
Cinza: promove equilíbrio e estabilidade.
Rosa: significa romance, sensualidade, beleza.
Violeta: significa sinceridade, dignidade, prosperidade, respeito.
Marrom: associa-se a estabilidade, constância, significa responsabilidade e maturidade.”

Rigo – artista plástico mineiro de muito talento

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, Design de Interiores, História da Arte, decoração on junho 4th, 2010 by Marcia – 1 Comment

Artista plástico mineiro trabalha o ferro e o aço desde 1998.

Produz esculturas de parede, chão e mesa, objetos, cascatas e portas artísticas, usando a chapa oxidada e o aço inox, com uma leveza impressionante.

É muito bom de ver e apreciar.

Seguem fotos de algumas de suas peças e de alguns ambientes onde foram instaladas.

Mas visitem o site pois há muito mais… Há um link fixo ao lado direito para fácil acesso.

esc-198ar 198 -  2003 -  55 x 190 cm

esc-198ar 198 - 2003 - 55 x 190 cm

r 205 - 2003 -  20 x 150 cm (cada)

r 205 - 2003 - 20 x 150 cm (cada)

r 402  - 2005 -  100 x 100 cm

r 402 - 2005 - 100 x 100 cm

r 415 - 2006 - 50 x 100 cm

r 415 - 2006 - 50 x 100 cm

r 445 - 2006 - 75 x 145 cm

r 445 - 2006 - 75 x 145 cm

r 471 - 2006 -  250x200 cm

r 471 - 2006 - 250x200 cm

r 502 -  2007 - 102x127 cm

r 502 - 2007 - 102x127 cm

r 515 - 2007 - 60x150 cm

r 515 - 2007 - 60x150 cm

r 562-563 - 2007 - 30x145 cm

r 562-563 - 2007 - 30x145 cm

r 517 - 2007 - 120x120 cm

r 517 - 2007 - 120x120 cm

r 623 - 2008 - 86x93 cm

r 623 - 2008 - 86x93 cm

r 721 - 2009 - 60x210cm

r 721 - 2009 - 60x210cm

r 740 - 2009 - 50x150 cm

r 740 - 2009 - 50x150 cm

ambient-40a

ambient-40a

ambient-63a

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ambient-74a

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ambient-77a

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ambient-81a

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ambient-88a

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ambient-89a

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ambient-94a

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Vale muito conhecer de perto esse belíssimo trabalho :

R I G O  – artista plástico

www.rigoesculturas.com

rigo@rigoesculturas.com

( 31 )  99780777

atelier: r. salinas 92 gp 01

floresta – CEP : 31.015.294

BHte / Minas Gerais / Brasil

Cimento queimado está em alta novamente.

Posted in Construção e Tecnologia, Design de Interiores, decoração on maio 28th, 2010 by Marcia – 1 Comment

Sumido por anos e anos, o cimento queimado volta como opção de revestimento bem interessante.

A técnica chega mais sofisticada, com novas opções de cores e uso – não apenas no piso, mas também nas paredes.

o site:  http://casa.abril.com.br publicou ótima matéria e fotos de trabalhos de profissionais diversos fazendo uso da técnica do cimento queimado.

É bom lembrar que não é uma técnica tão simples e nem todo profissional é capaz de realizá-la. Não deixe de ler o texto na íntegra no site em referência pois o mesmo contém as receitas de um bom trabalho.

Observe abaixo as fotos e os efeitos maravilhosos do uso do cimento queimado. Parabéns aos profissionais pelos lindos projetos.

Projeto de Alan Chu e Cristiano Kato - cimento queimado aliado ao ladrilho hidráulico formando um tapete no centro do ambiente.

Projeto de Alan Chu e Cristiano Kato - cimento queimado aliado ao ladrilho hidráulico formando um tapete no centro do ambiente.

Projeto de José Roberto Moreira do Valle e execução Sfera Engenharia.

Projeto de José Roberto Moreira do Valle e execução Sfera Engenharia.

Projeto de Carmem Silvia Parlatore e execução Pisoplan.

Projeto de Carmem Silvia Parlatore e execução Pisoplan.

Projeto de Nina Maria Jamra Tsukumo e aplicação do revestimento supervisionado por André Moral.

Projeto de Nina Maria Jamra Tsukumo e aplicação do revestimento supervisionado por André Moral.

Projeto de José Carlos Sérgio.

Projeto de José Carlos Sérgio.

Projeto das arquitetas Claudia e Virgínia Pêcego Meyer.

Projeto das arquitetas Claudia e Virgínia Pêcego Meyer.

Projeto de Enio Aronis.

Projeto de Enio Aronis.

Projeto de Rodrigo Amaral e Carina Pederzoli.

Projeto de Rodrigo Amaral e Carina Pederzoli.

Projeto de Cadas Abranches.

Projeto de Cadas Abranches.

Projeto de Júlio Bouvier e Giles Castellan.

Projeto de Júlio Bouvier e Giles Castellan.

Projeto de Júlio Bouvier e Giles Castellan.

Projeto de Júlio Bouvier e Giles Castellan.

Projeto de reforma de Carlos Verna.

Projeto de reforma de Carlos Verna.

Projeto de Diana Malzoni.

Projeto de Diana Malzoni.

Projeto de René Fernandes Filho.

Projeto de René Fernandes Filho.

Projeto de Rita Muller.

Projeto de Rita Muller.

Projeto de Paulo Spaniol e Jóia Bérgamo.

Projeto de Paulo Spaniol e Jóia Bérgamo.

Fórmula do piso feita pelo eng. Irineu Fausto Anic e paginação da arqtª. Renata Pereira Barbosa.

Fórmula do piso feita pelo eng. Irineu Fausto Anic e paginação da arqtª. Renata Pereira Barbosa.

Projeto de Roberto Lott.

Projeto de Roberto Lott.

Projeto de Letícia Nobell.

Projeto de Letícia Nobell.

Projeto da Designer de Interiores Luciana Penna.

Projeto da Designer de Interiores Luciana Penna.

Projeto de Paulo Alves.

Projeto de Paulo Alves.

Projeto de Alan Chu e Cristiano Kato.

Projeto de Alan Chu e Cristiano Kato.

Fonte da informação acima:

http://casa.abril.com.br/materias/pisos/va-cimento-queimado-479297.shtml com texto de Helene Zaro Koller

Milão 2010 – Preto e Branco continuam em alta

Posted in Design, Design de Interiores, decoração on abril 17th, 2010 by Marcia – 4 Comments

“As grandes marcas deixaram claro o que a gente, no fundo, já sabe: a dobradinha preto e branco é eterna. Essas cores foram as mais usadas nos pavilhões 8 e 12. Cinza e bege, imagine só, foram o máximo de ousadia. A crise européia parece que foi determinante para a falta de colorido que se viu nos corredores da feira. O medo de não errar fez com empresas reconhecidas pelo uso da cor, como a Kartell, exibissem este ano um ambiente totalmente monocromático. E também descobrimos que nem tudo é luxuoso e elegante em Milão, o brega também tem seu lugar, como mostrou a marca Sicis.”

Por: Por Nádia Simonelli e Cristina Bava em:

http://casa.abril.com.br/coberturas/feiras-eventos/milao-2010-preto-branco-continua-alta

Abaixo, alumas imagens pesquisadas no mesmo site:

Mesas laterais de Philippe Starck para a Katell, tradicional fabricante de móveis de material plástico.

Mesas laterais de Philippe Starck para a Kartell, tradicional fabricante de móveis de material plástico.

Cadeira desenhada por Patricia Urquiola para a Kartell.

Cadeira desenhada por Patricia Urquiola para a Kartell.

Esta cadeira é a primeira peça produzida pela Kartell que tem alumínio em sua estrutura.

Esta cadeira é a primeira peça produzida pela Kartell que tem alumínio em sua estrutura.

Estréia do grupo Front na Kartell com revisteiro em forma de flor.

Estréia do grupo Front na Kartell com revisteiro em forma de flor.

O renomado arquiteto Norman Foster desenha mesa para a Molteni.

O renomado arquiteto Norman Foster desenha mesa para a Molteni.

Cores sóbrias na nova coleção da Molteni.

Cores sóbrias na nova coleção da Molteni.

Entrada do espaço da Molteni exibe instalação das peças de Norman Foster.

Entrada do espaço da Molteni exibe instalação das peças de Norman Foster.

Ambiente sóbrio da marca Porro, assinado pelo italiano Piero Lissoni.

Ambiente sóbrio da marca Porro, assinado pelo italiano Piero Lissoni.

Criado-mudo inusitado assinado pelo grupo Front para a Porro.

Criado-mudo inusitado assinado pelo grupo Front para a Porro.

Os móveis aramados da Ycami.

Os móveis aramados da Ycami.

Ycami também exibe cores neutras em seu espaço.

Ycami também exibe cores neutras em seu espaço.

Cadeira de balanço aramada da Gervasoni.

Cadeira de balanço aramada da Gervasoni.

Lançamento da Gervasoni: luminária de papel.

Lançamento da Gervasoni: luminária de papel.

Divisórias de papel encantaram os visitantes no espaço da Gervasoni.

Divisórias de papel encantaram os visitantes no espaço da Gervasoni.

Gervasoni investiu na ambientação e o público aprovou.

Gervasoni investiu na ambientação e o público aprovou.

Poltrona de Paula Navone para a Gervasoni

Poltrona de Paula Navone para a Gervasoni

Segundo as jornalistas Cristina Bava e Nádia Simonelli, a 49ª edição do Salão Internacional do Móvel em Milão começou agitada!

Entre os lançamentos, o destaque do primeiro dia foi a tradicional marca suíça Vitra, que inovou e trouxe suas peças ambientadas em quadrados de Corian.

Abaixo as novidades que vão inspirar as novas coleções brasileiras, já que os principais fabricantes de móveis do Brasil, estão pesquisando por lá:

Estande da marca italiana Arquétipo. Com peças modulares e cheias de nichos para abrigar os livros. Note que os nichos formam desenhos conforme os livros são colocados.

Estande da marca italiana Arquétipo. Com peças modulares e cheias de nichos para abrigar os livros. Note que os nichos formam desenhos conforme os livros são colocados.

Este é mais um exemplar clássico da Bonacina. Sofá feito de PVC que imita fibra natural.

Este é mais um exemplar clássico da Bonacina. Sofá feito de PVC que imita fibra natural.

A marca Bonacina, famosa nos anos 70, foi comprada pela empresa Matteo Grassi e trouxe para o Salão peças clássicas em ambientes contemporâneos. Nesta foto você vê novas cores para a poltrona Egg Stand.

A marca Bonacina, famosa nos anos 70, foi comprada pela empresa Matteo Grassi e trouxe para o Salão peças clássicas em ambientes contemporâneos. Nesta foto você vê novas cores para a poltrona Egg Stand.

Poltronas de ratan da Bonacina. Um clássico dos anos 70.

Poltronas de ratan da Bonacina. Um clássico dos anos 70.

Cyborg Sparklin, de Marcel Wenders para a Magis.

Cyborg Sparklin, de Marcel Wenders para a Magis.

  Chaise 2Leather desenhada por Rodolfo Dordoni para Matteo Grassi.

Chaise 2Leather desenhada por Rodolfo Dordoni para Matteo Grassi.

Cama revestida de couro com acabamentos perfeitos e emendas imperceptíveis. Da Matteo Grassi.

Cama revestida de couro com acabamentos perfeitos e emendas imperceptíveis. Da Matteo Grassi.

Poltronas desenhadas por Piero Lissoni para Matteo Grassi.

Poltronas desenhadas por Piero Lissoni para Matteo Grassi.

Steel Wood Stool, de Ronan Erwan Bourrolec para a Magis.

Steel Wood Stool, de Ronan Erwan Bourrolec para a Magis.

A Vitra também trouxe peças clássicas assinadas por designers renomados. Os ambientes montados em gigantes caixas de Corian (material da Dupont) impressionam quem passa pelo estande. Nesta foto, cadeira de Jean Prouve.

A Vitra também trouxe peças clássicas assinadas por designers renomados. Os ambientes montados em gigantes caixas de Corian (material da Dupont) impressionam quem passa pelo estande. Nesta foto, cadeira de Jean Prouve.

Ambiente da Vitra com sofá de Antonio Citterio.

Ambiente da Vitra com sofá de Antonio Citterio.

Espaço da Vitra com poltronas de Charles & Ray Eames revestidas com peles para a Vitra.

Espaço da Vitra com poltronas de Charles & Ray Eames revestidas com peles para a Vitra.

  Mesa de Charles & Ray Eames e sofá de Antonio Citterio para a Vitra.

Mesa de Charles & Ray Eames e sofá de Antonio Citterio para a Vitra.

Suita Sofá de couro de Antonio Citterio para a Vitra.

Suita Sofá de couro de Antonio Citterio para a Vitra.
Poltrona de alumínio Charles & Ray Eames para a Vitra.

Poltrona de alumínio Charles & Ray Eames para a Vitra.

Milão, Milão e mais Milão:

O designer italiano Antonio Citterio mostrou também na B&B a linha Ray com estofados modulares elegantes. É possível acrescentar chaise longues, aumentar o número de assentos e remover as capas.

O designer italiano Antonio Citterio mostrou também na B&B a linha Ray com estofados modulares elegantes. É possível acrescentar chaise longues, aumentar o número de assentos e remover as capas.

Em parceria com a Walt Disney, a Cappellini usou a fantasia dos desenhos e personagens para criar uma linha super colorida. Feitas de material plástico e aço, as peças lembram as formas (principalmente as orelhas do Mickey) e as cores de desenhos clássicos da marca.

Em parceria com a Walt Disney, a Cappellini usou a fantasia dos desenhos e personagens para criar uma linha super colorida. Feitas de material plástico e aço, as peças lembram as formas (principalmente as orelhas do Mickey) e as cores de desenhos clássicos da marca.

Quem é louco pelos desenhos e filmes da Disney vai amar estes bancos altos da Cappellini. Mas não adianta se animar muito: só tem 399 peças.

Quem é louco pelos desenhos e filmes da Disney vai amar estes bancos altos da Cappellini. Mas não adianta se animar muito: só tem 399 peças.

Não há quem não se encante pela poltrona Secret Clop House, criada pelo jovem designer Martin Vallini. Trata-se de um projeto de conclusão de curso em que a Cappellini apostou. Parece que já tem sucesso garantido.

Não há quem não se encante pela poltrona Secret Clop House, criada pelo jovem designer Martin Vallini. Trata-se de um projeto de conclusão de curso em que a Cappellini apostou. Parece que já tem sucesso garantido.

O simpático designer David Trubridge costuma estudar a natureza para criar suas coleções. Para este ano, ele trouxe quatro peças feitas de policarbonato e uma espécie de madeira laminada.

O simpático designer David Trubridge costuma estudar a natureza para criar suas coleções. Para este ano, ele trouxe quatro peças feitas de policarbonato e uma espécie de madeira laminada.

Nesta cama, uma proposta de roupas de cama com tecidos assinados pela Diesel, no Superstudio Piu.

Nesta cama, uma proposta de roupas de cama com tecidos assinados pela Diesel, no Superstudio Piu.

A marca finlandesa Punkalive estava focada nos móveis naturais. O próprio estande foi montado com a matéria-prima das peças: uma espécie de laminado de madeira reciclado. A peça da foto e a poltrona Houra, desenhada por Jukka Lommi.

A marca finlandesa Punkalive estava focada nos móveis naturais. O próprio estande foi montado com a matéria-prima das peças: uma espécie de laminado de madeira reciclado. A peça da foto e a poltrona Houra, desenhada por Jukka Lommi.

E como ninguém é de ferro, a Foot criou um espaço para os visitantes do Superstudio Piu descansarem. O carrossel com pufes confortáveis da marca atraiu muita gente.

E como ninguém é de ferro, a Foot criou um espaço para os visitantes do Superstudio Piu descansarem. O carrossel com pufes confortáveis da marca atraiu muita gente.

Teoria da Diversão

Posted in Construção e Tecnologia, Cor - Forma - Textura, Ergonomia on abril 15th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

Essa idéia partiu da Volkswagen e faz parte de uma campanha intitulada Rolighetsteorin, que significa “teoria da diversão”.

O objetivo é estimular as pessoas a mudar atitudes rotineiras através do melhor incentivo que existe: a alegria, a felicidade.

Afirma-se que o número de pessoas que utiliza a escada rolante diminuiu em 2/3.

Ou seja, muitos dos que se utilizavam da escada rolante passou a utilizar a escada convencional. Não tão convencional!!!!!

Pode ser que isso não faça uma grande diferença na luta contra o sedentarismo.

Mas, sem dúvida nenhuma, combate o mau humor tão prevalecente nos dias de hoje.

Teoria da Diversão

Como encontrar equilíbrio no projeto paisagístico?

Posted in Cor - Forma - Textura, Paisagismo on abril 4th, 2010 by Marcia – Be the first to comment


Segundo Roberto Burle Marx no livro Arte e Paisagem, Conferências Escolhidas – Editora Nobel, 1987, “o jardim é como sinônimo de adequação do meio ecológico para atender às exigências naturais da civilização”.

Além de ser um antídoto contra o estresse, o paisagismo hoje é considerado investimento, pois além de ajudar na negociação de um imóvel, pode resultar em valorização em taxas que variam de 10% e 15%.

A paixão do ser humano pelos jardins não é sem motivos, pois a história da humanidade começa num belo jardim, sem dúvida o mais belo de todos – projetado para encantar e atender as necessidades do primeiro casal.

O paisagismo é também uma arte e como toda arte tem origem intelectual e é o reflexo da civilização, fruto de uma corrente de idéias e a marca de uma época. Para compreender os diversos estilos que coexistem em nossos dias é necessário estudar a História ou Evolução dos Jardins.

Mas, visto que a pergunta levantada é sobre como encontrar equilíbrio no projeto paisagístico vamos ao que interessa.

Planejar um jardim parece aos olhos de quem vê uma tarefa um tanto simples, mas esta tarefa envolve vários fatores importantes, entre eles e talvez o mais importante é o fato de estarmos lidando com seres vivos em constante mutação na própria busca de equilíbrio.

Mas, além desse fator, pode-se dizer que é impossível criar um jardim harmonioso e equilibrado sem o uso de Metodologia. Trata-se do estudo de métodos aplicado à solução de problemas teóricos e práticos, portanto, a metodologia é um instrumento de trabalho ou suporte. Ela não se limita ao levantamento de dados, mas utiliza-se de teorias, conceituação de problemas, formulação de hipóteses, criação de modelos, etc.

O bom planejamento paisagístico segue alguns passos:

1- Levantamento técnico e teórico, levando em conta:

a-     Dimensões e forma do espaço a ser trabalhado.

b-     Orientação geográfica.

c-      Verificação da implantação das edificações e de suas aberturas (portas e janelas).

d-     Verificação das estruturas aparentes e/ou subterrâneas (rede de água, esgoto, elétrica, distribuição de drenos e coletas de água, caixas de passagem, etc).

e-     Topografia.

f-        Localização e catalogação das espécies vegetais existentes no local.

2-     Análise dos elementos naturais:

a-     Fatores climáticos tais como direção e ocorrência de ventos dominantes, umidade, ocorrência de chuvas, temperatura, insolação – mapeando a variação de luz e sombra e as zonas de luz e sombra.

b-     Vegetação – estado da vegetação existente, porte, diâmetro da copa. Vegetação da vizinhança, para poder detectar quais se adaptam melhor a região a ser trabalhada.

c-      Circulações (caminhos) existentes e os necessários.

d-     Edificações vizinhas e a paisagem do entorno (as vistas que dão para o jardim – quais destacar e quais esconder).

e-     Análise visual do solo – textura, fertilidade, consistência. Caso se faça necessário uma análise mais minuciosa, é bom contar com a assessoria de um agrônomo.

3- Análise dos usuários.

a-     Necessidades materiais. Entre elas: realçar ou disfarçar defeitos, controlar a erosão do solo, reforçar elementos de segurança, evitar espécies venenosas, criar vedação visual ou sonora, etc.

b-     Necessidades práticas. Entre elas: custo de implantação e manutenção, ausência ou presença de pessoas para cuidar da manutenção; facilidade na manutenção; cultivo para uso culinário; convivência de plantas e animais;

c-      Necessidades emocionais. Sensações e preferências por cores, perfumes, formas, texturas. Preferência ou antipatia por alguma espécie. Aproveitamento de elementos naturais existentes.

d-     Necessidades comunitárias e sociais. Área de convivência e lazer.

e-     Prioridades e necessidades específicas de usuários.

4-     Elaboração do projeto.

a-     Pesquisas específicas

b-     Estudo preliminar. Uso de croquis. Zoneamento de áreas a serem trabalhadas e definição de circulações e preservação ou não de vegetação existente. Composição de formas e volumes.

c-      Anteprojeto. Desenhos em plantas, cortes esquemáticos, elevações, perspectivas. Definição de materiais e elementos inertes, iluminação, etc.

d-     Memorial descritivo. Dissertação definindo condições determinantes e a filosofia do projeto, inclusive a escolha das espécies.

e-     Projeto executivo. Apresentado por meio gráfico – plantas, cortes, elevações, detalhamentos, cotas, especificação de materiais e elementos, paginação de piso, sistema de irrigação, drenagem e iluminação, etc. Obviamente de acordo com o grau de formação do paisagista, em determinadas áreas, este necessitará de assessoria técnica de outros profissionais habilitados.

f-        Projeto de plantação. Locação e especificação das espécies vegetais (uso de legenda com nome vulgar e científico, quantidade e porte da muda), manual com dados de implantação, manutenção e cuidados.

g-     Planilha orçamentária com o custo de todos os elementos a serem utilizados e não apenas das espécies.

Algumas pessoas administram isso tudo com maestria, sem apego rigoroso a regras. Mas, esses são raros!

De modo geral, o paisagismo requer conhecimentos diversos – como artes, ciências humanas e naturais, organização de espaços, estética, preceitos técnicos, etc, além é claro de espécies vegetais.

A preocupação com os preceitos técnicos, abordados acima, juntamente com os aspectos estéticos tal como arquitetura, proporção, harmonia, ritmo, dominância, etc, acrescido da escolha esteticamente adequada de vegetação que combine entre si, facilitarão no bom resultado final: equilíbrio, harmonia e beleza que encanta e atrai.

Projetar um jardim não é tarefa simples, mas é bem simples perceber se um jardim teve projeto ou se não teve projeto.

Viver nas grandes cidades, longe da natureza e sem os belos jardins planejados e projetados com cuidado e amor é tarefa no mínimo triste! Os jardins nos aproximam do Criador.

Como disse Burle Marx certa vez: “A paisagem é definida por uma necessidade estética, não é luxo nem desperdício, mas a necessidade absoluta para a vida humana, sem o que a própria civilização perderia sua razão ética”. Arte e Paisagem, Conferências Escolhidas – Editora Nobel, 1987.

Fachada de loja

Posted in Design, Design de Interiores on março 11th, 2010 by Marcia – 2 Comments

Muito interessante a fachada da loja Zara localizada no shopping London´s Westfield.

O efeito é intrigante. Foram usados 81 painéis de HI-MACS (http://www.himacs.eu/home) e entre eles foram colocadas peças de metal.

Fonte de pesquisa: www.contemporist.com

Fachada da Zara em Londres

Fachada da Zara em Londres

Fachada da Zara em Londres

Fachada da Zara em Londres

Fachada da Zara em Londres

Fachada da Zara em Londres

Desculpas

Posted in Design, Design de Interiores on março 11th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

Peço desculpas a todos que me acompanham nesse blog pois não tenho dado a atenção que gostaria.

Mas na medida do possível continuarei postando informações e temas que acho interessantes.

Caso queiram fazer perguntas, fiquem a vontade também.

Abraços a todos.

Marcia Nassrallah.

Design contemporâneo e ousado

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, Design de Interiores on dezembro 21st, 2009 by Marcia – Be the first to comment

Trabalho inovador da arquiteta italiana Simone Micheli.

Um perfil que sai da mesmice. Vale a pena conhecer o trabalho dela mesmo que a distância.

Fonte: www.contemporist.com

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

photo by Juergen Eheim

photo by Juergen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

samontana lounge bar - photo by mario corsini

samontana lounge bar - photo by mario corsini

samontana lounge bar - photo by mario corsini

samontana lounge bar - photo by mario corsini

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

 foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim


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