Paisagismo

Decoração ganha jardins com árvores frutíferas – fonte: Pegn

Posted in Paisagismo, decoração on maio 9th, 2010 by Marcia – 1 Comment

Um ambiente sem vegetação, é um ambiente no mínimo sem graça.

Não importa se seja uma casa, apartamento, escritório, indústria, loja… É imprescindível acrescentar algum tipo de vegetação pois essa atitude sem dúvida nos aproxima mais de Deus, transmite paz e nos torna mais sensíveis.

Assim, sugiro a leitura do texto abaixo e do vídeo que estão no site da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

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“Mercado de paisagismo cresce cada vez mais nas grandes cidades. Jardins com árvores frutíferas são destaque em casas ou apartamentos.

Laranja, romã, jabuticaba. Essas são frutas saborosas e que ao mesmo tempo deixam qualquer ambiente com um belo visual. A nova tendência em paisagismo é usar árvores frutíferas na decoração.

“Eu uso as árvores frutíferas nos meus projetos junto com a decoração paisagística na intenção de resgatar uma qualidade de vida melhor. Nada melhor do que pegar a fruta no próprio pé e mostrar para o filho ou o próprio filho colher. Isso os aproxima da natureza”, diz a paisagista Ivani Kubo, que compra as árvores em uma fazenda de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo. São quase 200 mil metros quadrados de área plantada.

O produtor rural José Lucas da Fonseca começou o negócio há 25 anos, com apenas um funcionário. Hoje, ele conta com 20 trabalhadores e cultiva mais de cem espécies. Algumas bem raras, como uvaia e grumixama.

“Tem lichia, que é uma planta chinesa. Tem mirtilo, que também não é uma planta nacional. A pitaia também é nova no mercado”, diz o produtor rural.

A paisagista Ivani Kubo faz 30 projetos por ano, com orçamentos que variam de R$ 10 a R$ 100 mil. O preço muda de acordo com o tamanho da área e as espécies escolhidas e inclui matéria-prima e mão de obra.

“Meu faturamento tem aumentado de 12% a 15% ao ano. Eu posso trabalhar com uma espécie de um ano de vida ou com uma espécie de 20 anos”, conta Ivani Kubo.

A nova casa de Débora Federzoni tem ambientes projetados pela paisagista. Na entrada, um pé de romã. No jardim, Ivani Kubo plantou uma cerejeira e uma jabuticabeira. E ainda construiu um lago.

“É um espaço para relaxar, para sentir o ambiente, para a família curtir junto”, explica a paisagista.

A intenção da cliente foi levar o campo para a cidade. “Nós queríamos as árvores frutíferas porque é bonito vê-la crescer e depois poder colher e comer. Eu acho muito legal fazer isso dentro de São Paulo”, conta Débora Federzoni.

Quem não tem muito espaço também pode instalar árvores frutíferas em casa. O aposentado Rubens Tadeu Fernandes encomendou um projeto para a varanda do apartamento. Uma área de apenas dois metros quadrados.

“Eu já tinha visto projetos grandes, mas fiquei imaginando como seria em uma varanda pequena como a minha. Deu certo”, diz Rubens Tadeu Fernandes.

A falta de espaço não representou um problema para a paisagista. O piso foi trocado por tábuas de cumaru, uma madeira de lei cercada por pedrisco. E já crescem nos vasos uma jabuticabeira e um pé de kinkan, uma frutinha japonesa cujo sabor lembra o de uma laranja azeda.

“Na verdade, você transforma a varanda em um jardim. A pessoa tem que ficar em um jardim e não só olhar de dentro da sala para varanda” explica Ivani Kubo.

As árvores acabaram com uma preocupação do aposentado: a falta de privacidade. Assim, Rubens Tadeu Fernandes pode relaxar e ler o jornal sem medo de olhares alheios.

“Tenho bastante privacidade. E à medida que as árvores vão crescendo fecham mais. Assim eu tenho liberdade para ficar à vontade na minha casa”, comemora o aposentado.


VEJA OS CONTATOS DAS EMPRESAS

Ivani Kubo Paisagismo
Tel.: (11) 7597-1085
Site: www.ivanikubo.blogspot.com

Flora São Lucas – fornecedor de árvores
Endereço: Rodovia Índio Tibiriçá, 13735
CEP: 08675-970 – Suzano/SP
Tel.: (11) 4748-0587 / 4742-6818
Site: www.florasaolucas.com.br
E-mail: contatos@florasaolucas.com.br

CEAGESP-SP
Endereço: Av. Gastão Vidigal, 1946 – Portão 3 – Vila Leopoldina
CEP 05316-900 – São Paulo/SP
Tel.: (11) 3643-3700
Site: www.ceagesp.gov.br

Fonte de pesquisa: site da Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

http://pegntv.globo.com/Jornalismo/PEGN/0,,MUL1584658-17958,00-DECORACAO+GANHA+JARDINS+COM+ARVORES+FRUTIFERAS.html

Plantas cultivadas dentro de lâmpadas

Posted in Paisagismo, decoração on maio 9th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

Logo no início deste Blog eu postei um texto sobre jardins em garrafas, que é algo que aprecio muito.

Mas, vejam essa ideia similar que pode ser vista no site da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios:

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137193-17180,00-LOJA%20VENDE%20PLANTAS%20CULTIVADAS%20DENTRO%20DE%20LAMPADAS.html

Plantas cultivadas em lâmpadas

Plantas cultivadas em lâmpadas

Plantas cultivadas em lâmpadas

Plantas cultivadas em lâmpadas

O site de vendas de produtos de artesanato Etsy disponibilizou para a venda o Light Bulb Terrarium. A ideia é simples: cultivar uma planta dentro de um lâmpada. O filamento da lâmpada é retirado e ela vem preenchida com pedras de rio, musgo e um ou dois pés da planta do tipo tillandsia. Uma vez por semana, é só desrosquear o bocal e acrescentar um pouco de água. Custa o equivalente a R$ 79.

As tillandsia são também conhecidas como plantas aéreas, por absorver seus nutrientes e umidade do próprio ar. A planta tem mais de 400 espécies e é muito comum na América Central, América do Sul, México e sul dos Estados Unidos. Geralmente crescem em árvores maiores em uma relação não-parasitária. O nome é uma homenagem ao botânico finlandês Elias Erici Tillandz .”

Como encontrar equilíbrio no projeto paisagístico?

Posted in Cor - Forma - Textura, Paisagismo on abril 4th, 2010 by Marcia – Be the first to comment


Segundo Roberto Burle Marx no livro Arte e Paisagem, Conferências Escolhidas – Editora Nobel, 1987, “o jardim é como sinônimo de adequação do meio ecológico para atender às exigências naturais da civilização”.

Além de ser um antídoto contra o estresse, o paisagismo hoje é considerado investimento, pois além de ajudar na negociação de um imóvel, pode resultar em valorização em taxas que variam de 10% e 15%.

A paixão do ser humano pelos jardins não é sem motivos, pois a história da humanidade começa num belo jardim, sem dúvida o mais belo de todos – projetado para encantar e atender as necessidades do primeiro casal.

O paisagismo é também uma arte e como toda arte tem origem intelectual e é o reflexo da civilização, fruto de uma corrente de idéias e a marca de uma época. Para compreender os diversos estilos que coexistem em nossos dias é necessário estudar a História ou Evolução dos Jardins.

Mas, visto que a pergunta levantada é sobre como encontrar equilíbrio no projeto paisagístico vamos ao que interessa.

Planejar um jardim parece aos olhos de quem vê uma tarefa um tanto simples, mas esta tarefa envolve vários fatores importantes, entre eles e talvez o mais importante é o fato de estarmos lidando com seres vivos em constante mutação na própria busca de equilíbrio.

Mas, além desse fator, pode-se dizer que é impossível criar um jardim harmonioso e equilibrado sem o uso de Metodologia. Trata-se do estudo de métodos aplicado à solução de problemas teóricos e práticos, portanto, a metodologia é um instrumento de trabalho ou suporte. Ela não se limita ao levantamento de dados, mas utiliza-se de teorias, conceituação de problemas, formulação de hipóteses, criação de modelos, etc.

O bom planejamento paisagístico segue alguns passos:

1- Levantamento técnico e teórico, levando em conta:

a-     Dimensões e forma do espaço a ser trabalhado.

b-     Orientação geográfica.

c-      Verificação da implantação das edificações e de suas aberturas (portas e janelas).

d-     Verificação das estruturas aparentes e/ou subterrâneas (rede de água, esgoto, elétrica, distribuição de drenos e coletas de água, caixas de passagem, etc).

e-     Topografia.

f-        Localização e catalogação das espécies vegetais existentes no local.

2-     Análise dos elementos naturais:

a-     Fatores climáticos tais como direção e ocorrência de ventos dominantes, umidade, ocorrência de chuvas, temperatura, insolação – mapeando a variação de luz e sombra e as zonas de luz e sombra.

b-     Vegetação – estado da vegetação existente, porte, diâmetro da copa. Vegetação da vizinhança, para poder detectar quais se adaptam melhor a região a ser trabalhada.

c-      Circulações (caminhos) existentes e os necessários.

d-     Edificações vizinhas e a paisagem do entorno (as vistas que dão para o jardim – quais destacar e quais esconder).

e-     Análise visual do solo – textura, fertilidade, consistência. Caso se faça necessário uma análise mais minuciosa, é bom contar com a assessoria de um agrônomo.

3- Análise dos usuários.

a-     Necessidades materiais. Entre elas: realçar ou disfarçar defeitos, controlar a erosão do solo, reforçar elementos de segurança, evitar espécies venenosas, criar vedação visual ou sonora, etc.

b-     Necessidades práticas. Entre elas: custo de implantação e manutenção, ausência ou presença de pessoas para cuidar da manutenção; facilidade na manutenção; cultivo para uso culinário; convivência de plantas e animais;

c-      Necessidades emocionais. Sensações e preferências por cores, perfumes, formas, texturas. Preferência ou antipatia por alguma espécie. Aproveitamento de elementos naturais existentes.

d-     Necessidades comunitárias e sociais. Área de convivência e lazer.

e-     Prioridades e necessidades específicas de usuários.

4-     Elaboração do projeto.

a-     Pesquisas específicas

b-     Estudo preliminar. Uso de croquis. Zoneamento de áreas a serem trabalhadas e definição de circulações e preservação ou não de vegetação existente. Composição de formas e volumes.

c-      Anteprojeto. Desenhos em plantas, cortes esquemáticos, elevações, perspectivas. Definição de materiais e elementos inertes, iluminação, etc.

d-     Memorial descritivo. Dissertação definindo condições determinantes e a filosofia do projeto, inclusive a escolha das espécies.

e-     Projeto executivo. Apresentado por meio gráfico – plantas, cortes, elevações, detalhamentos, cotas, especificação de materiais e elementos, paginação de piso, sistema de irrigação, drenagem e iluminação, etc. Obviamente de acordo com o grau de formação do paisagista, em determinadas áreas, este necessitará de assessoria técnica de outros profissionais habilitados.

f-        Projeto de plantação. Locação e especificação das espécies vegetais (uso de legenda com nome vulgar e científico, quantidade e porte da muda), manual com dados de implantação, manutenção e cuidados.

g-     Planilha orçamentária com o custo de todos os elementos a serem utilizados e não apenas das espécies.

Algumas pessoas administram isso tudo com maestria, sem apego rigoroso a regras. Mas, esses são raros!

De modo geral, o paisagismo requer conhecimentos diversos – como artes, ciências humanas e naturais, organização de espaços, estética, preceitos técnicos, etc, além é claro de espécies vegetais.

A preocupação com os preceitos técnicos, abordados acima, juntamente com os aspectos estéticos tal como arquitetura, proporção, harmonia, ritmo, dominância, etc, acrescido da escolha esteticamente adequada de vegetação que combine entre si, facilitarão no bom resultado final: equilíbrio, harmonia e beleza que encanta e atrai.

Projetar um jardim não é tarefa simples, mas é bem simples perceber se um jardim teve projeto ou se não teve projeto.

Viver nas grandes cidades, longe da natureza e sem os belos jardins planejados e projetados com cuidado e amor é tarefa no mínimo triste! Os jardins nos aproximam do Criador.

Como disse Burle Marx certa vez: “A paisagem é definida por uma necessidade estética, não é luxo nem desperdício, mas a necessidade absoluta para a vida humana, sem o que a própria civilização perderia sua razão ética”. Arte e Paisagem, Conferências Escolhidas – Editora Nobel, 1987.

Roberto Burle Marx

Posted in Paisagismo on abril 4th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

“Não existem plantas feias, existem plantas bem ou mal agrupadas”.


“Fazer paisagem artificial não é negar nem imitar servilmente a natureza. É saber transpor e saber associar, com base num critério seletivo e pessoal, os resultados de uma observação morosa, intensa e prolongada”.

Palavras do mestre Roberto Burle Marx

Aprenda a fazer um arranjo de orquídeas para a sala de jantar

Posted in Paisagismo, Salas / Living room, decoração on outubro 12th, 2009 by Marcia – 2 Comments

Essa dica vem lá do casa.com.br onde a Designer Floral Marisa Baggio dá dicas para você montar seu próprio arranjo e fazer bonito com os convidados.

Fonte: http://casa.abril.com.br/video/aprenda-fazer-arranjo-orquideas-sala-jantar.shtml

Plantas para interiores de casas, apartamentos, escritórios, etc…

Posted in Paisagismo on outubro 5th, 2009 by Marcia – 11 Comments

Muita gente tem vontade de cultivar plantas em casa ou escritório, mas fica em dúvida sobre qual planta escolher e qual o local mais apropriado para a mesma.

É sempre bom lembrar que as plantas são seres vivos e, portanto requerem cuidados. Mas é maravilhoso poder tê-las em casa ou no local de trabalho.

Mesmo numa pequena casa ou apartamento, ou no local de trabalho é possível o cultivo de plantas.

O segredo para o sucesso é saber escolher as plantas que se adaptem às condições que o local oferece.

As plantas terão de suportar um nível de luminosidade menor ao que recebem no ambiente natural, contar com menos umidade e ter espaço limitado para as raízes já que serão cultivadas em vasos e jardineiras.

A classificação simplificada das espécies de acordo com o nível de luminosidade funciona assim:

Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classificado com 1- pleno sol (se estiver na face norte), 2- meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou 3- sombreado (na face sul).

As regas deverão ocorrer conforme a necessidade da espécie. Essa receita pode ser adquirida na compra da mesma. Solicite essa informação ao fornecedor.

É bom lembrar-se da drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, antes da colocação da terra, evitando assim o acúmulo de água nas raízes e o apodrecimento das mesmas.

Um cuidado especial que se deve ter ao escolher plantas é quanto a sua toxidade especialmente se há crianças ou animais no ambiente.

1- Plantas de Sombra

São aquelas que devem receber apenas luz difusa durante 4 a 6 horas por dia. Nada de sol direto.

Existem muitos exemplos, aqui estão apenas alguns:

Nome popular Nome científico
Jibóia

Palmeira-Ráfis

Singônio

Café-de-Salão

Epipremnum pinnatum

Rhapis excelsa

Singonium agustatum

Aglaonema ssp

aglaonema_sp - café de salão

aglaonema_sp - café de salão

2- Plantas de Meia-Sombra

Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, mas precisam de pelo menos 4 horas diárias de luz indireta.

Existem muitos exemplos, aqui estão apenas alguns:

Nome popular Nome científico
Maranta-variegada

Maranta-pena-de-pavão

Violeta africana

Antúrio

Lírio da Paz

Cheflera

Begônia

Peixinho

Gravatá, bromélia-vriésia, espada-de-fogo

Guzmânia, gusmânia, bromélia

Barléria, violeta-filipina

Lumina, Clorofito Fire Flash, Clorofito Lumina

Ctenanthe oppenheimiana

Maranta leuconeura kerchoveana

Saintpaulia ionantha

Anthurium andreanum

Spathiphyllum wallisi

Schefflera arborícola

Begonia ssp

Nematanthus spp

Vriesea sp

Guzmania sp

Barleria cristata

Chlorophytum orchidastrum

ctenanthe_oppenheimiana - maranta

ctenanthe_oppenheimiana - maranta

vriesea_sp - bromélia vriésia

vriesea_sp - bromélia vriésia

schefflera_arboricola - cheflera

schefflera_arboricola - cheflera

chlorophytum_orchidastrum - Lumina - foto de Gustaaf Winters

chlorophytum_orchidastrum - Lumina - foto de Gustaaf Winters

3- Plantas de Pleno Sol

São aquelas que necessitam de 4 horas diárias de sol direto.

Existem muitos exemplos, aqui estão apenas alguns:

Nome popular Nome científico
Gerânio

Azaléia

Buxinho

Ixora

Onze-Horas

Álisso, flor-de-mel, doce-álisso, açafates-de-prata

Pelargonium ssp

Rhododrendon spp

Buxus sempervirens

Ixora ssp

Portulaca ssp

Lobularia maritima

lobularia_maritima - Alisso

lobularia_maritima - Alisso

Uma espécie interessante para interiores é a:

dracaena_reflexa - Pleomele - Foto de Forest e Kim Starr

dracaena_reflexa - Pleomele - Foto de Forest e Kim Starr


Pleomele ou Dracena-malaia – Nome Científico: Dracaena reflexa

A pleomele é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e amplamente utilizada no paisagismo e na decoração de interiores. Seu caule é ereto, ramificado e atinge uma altura média de 2 a 3 metros. As folhas são simples, coriáceas, ligeiramente onduladas, de cor verde-oliva escuro, dispostas em espiral ao longo do ramos. Ocorrem ainda outras variedades, com destaque para duas cultivares variegadas: a “Song of India”, com folhas de margens cor verde-limão, e a “Song of Jamaica”, de margens cor branco-creme.

É uma planta tropical muito vistosa e de crescimento moderado. Envasadas, elas podem ser utilizadas em ambientes internos, onde são muito apreciadas na decoração por sua beleza e tolerância às condições de baixa luminosidade. Mas esta tolerância deve ser e sabe-se que as pleomeles não variegadas são um pouco mais resistentes que as formas variegadas. O crescimento deve ser monitorado, pois caso ela comece a perder as folhas e crescer muito rápido em altura é sinal de que está faltando luz.

A pleomele é uma das plantas recomendadas para purificação do ar em interiores, de acordo com a Plants for Clean Air Council (PCAC), organização que resultou de um projeto de pesquisa originalmente conduzido pela NASA em conjunto com a Associação de Empreiteiros de Paisagismos dos Estados Unidos. A pleomele é considerada eficiente na remoção de compostos tóxicos do ar como formaldeído, benzeno, tolueno, xileno e tricloroetileno.

Deve ser cultivada sob sol pleno, meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

É tipicamente tropical, apreciando o calor e a umidade. Apesar de crescerem sob sol pleno em regiões subtropicais, elas preferem condições de luz filtrada ou meia-sombra, principalmente quando cultivadas em regiões mais quentes e ensolaradas. Ela deve ser fertilizada quinzenalmente durante a primavera e verão. É sensível ao frio intenso, a geadas e a salinidade de regiões litorâneas; e tolerante a curtos períodos de estiagem. Quando mudada bruscamente de ambiente, ela pode se ressentir, perdendo parte das folhas.

Fonte de pesquisa e para maiores informações sobre paisagismo, visite:

http://www.jardineiro.net

Piscina Biológica – o que é?

Posted in Paisagismo on setembro 27th, 2009 by Marcia – Be the first to comment
Piscina Biológica

Piscina Biológica

A piscina biológica ou ecológica é um lago de banho artificial, impermeabilizado com uma tela plástica de alta qualidade. É composto por uma zona destinada ao banho e outra destinada à depuração da água por processos biológicos e mecânicos (onde ficam as plantas, substrato, animais e microorganismos), além das bombas e outros equipamentos. A água a ser tratada é bombeada para a área de regeneração, onde é filtrada mecânica e biologicamente ao passar pelo substrato, microorganismos e raízes das plantas. A gravidade é responsável por devolver a água limpa à piscina.

Essa idéia foi concebida pelo austríaco Werner Gamerith em 1983, ganhou aceitação mundial espalhando-se por todos os continentes.

Mais informações em:

http://www.biopiscinas.pt

http://www.jardineiro.net/blog/2009/06/piscinas-ecologicas/

Ecoprático – episódio Casa dos Lyrio

Posted in Design de Interiores, Paisagismo on setembro 27th, 2009 by Marcia – Be the first to comment

Não deixe de ver os vídeos abaixo referentes ao episódio Casa dos Lyrio no programa Ecoprático da Tv Cultura, pois o mesmo apresenta dicas ótimas que todos podemos aplicar em casa melhorando o dia-a-dia, economizando energia e água e deixando a casa mais bonita e organizada.

Seguem as partes 2/3   e   3/3:

Hortoterapia: um remédio natural

Posted in Paisagismo on setembro 10th, 2009 by Marcia – Be the first to comment
hortoterapia

hortoterapia

O programa ECOPRÁTICO da TV Cultura abordou esse tema e mostrou que esse tipo de espaço possui várias vantagens tais como:

1- decorar

2- inserir mais verde no ambiente da casa, e

3- fornecer alimentos orgânicos para a família.

Mas além disso, hortas e jardins permitem ainda um ótimo contato com a natureza, que é princípio fundamental da hortoterapia, uma técnica que estimula a recuperação de doenças físicas ou mentais simplesmente por meio do envolvimento com plantas e flores.

O programa salientou ainda que grandes hospitais no mundo todo, como o Albert Eistein ou o Santa Catarina, ambos em São Paulo, utilizam os jardins para funções terapêuticas já que eles acalmam os pacientes e lhes dão maior motivação para se recuperarem.

E você,  já tem o seu em casa?

Fonte: http://ecopratico.com.br/blog/2009/08/hortoterapia-um-remedio-natural

Jardins em garrafas

Posted in Paisagismo on setembro 1st, 2009 by Marcia – Be the first to comment

Esta sugestão é para quem deseja ter um jardim, mas tem pouco tempo ou espaço para cultivá-lo.

Para ter um belo jardim em garrafa será necessário um pouco de paciência, mas uma vez realizado este não exigirá mais tanto tempo e nem cuidados especiais já que não será necessário regas.

Garrafas de boca larga permitem maior facilidade no plantio das espécies.

Os verdadeiros jardins em garrafas são hermeticamente fechados, portanto as plantas escolhidas devem ser aquelas que prosperam em atmosfera úmida e as espécies devem ter necessidades idênticas de umidade e calor bem como períodos de dormência simultâneos.

As espécies utilizadas devem ser anãs e prefira as folhagens ao invés das floríferas. Se optar pelas floríferas então escolha recipiente de boca larga de onde seja fácil retirar as flores murchas.

Vamos as etapas:

1- Recipientes. Estes podem ser de tamanhos e formas variáveis sendo que os de boca larga são ideais para plantas floríferas já que as pétalas murcham e precisam ser retiradas.

2- Com um funil derrame cascalho num garrafão limpo e seco. Acrescente carvão de lenha para que o composto não se torne ácido. A seguir acrescente o composto turfoso bem seco.

3- Faça um furo como no desenho, daí com uma vareta com aro na ponta coloque a planta. Se esta for encorpada, enrole-a em papel.

4- Com duas varetas coloque as raízes no buraco. Retire o papel que a envolve. Endireite a planta delicadamente.

5- Comprima o composto em volta do caule. Após plantar as espécies, examine a garrafa por todos os ângulos para conferir se há harmonia.

6- Após o plantio regue com um vaporizador. Se houver muita condensação nas paredes da garrafa, destampe para que a água evapore.

7- Depois de alguns meses, você terá um minúsculo jardim tropical. Se crescerem muito, substitua as plantas sem destruir a harmonia.

Jardins em Garrafas

Jardins em Garrafas

Obs.: Esta sugestão está baseada numa publicação da qual desconheço a fonte. Se alguém souber e puder me indicar eu agradeço.


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