Cor - Forma - Textura

Cores, não deixe de usá-las no seu empreendimento

Posted in Cor - Forma - Textura, Design de Interiores, decoração on julho 11th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

Matéria interessante sobre o uso da cor publicada no site Pequenas Empresas & Grandes Negócios ( http://www.papodeempreendedor.com.br/varejo/cores-nao-deixe-de-usa-las-no-seu-empreendimento ) escrito por Escrito por Michelle Iglesias em 07.07.2010.

Vale a pena lembrar que existem profissionais habilitados no mercado para atender esta demanda e auxiliar na escolha da cor ou das cores mais adequadas para seu empreendimento.

A cor é um tema abrangente e está ligada a cultura e a psicologia.

Tem sido utilizada na arquitetura, no design de interiores e gráfico também com o intuito de tornar o mundo mais acessível para as pessoas com algum tipo de deficiência, mobilidade e visão reduzida, etc.

Não deixe de ler o texto da Michele Iglesias, abaixo:

lapis_cor

“Imagine que você está em uma loja para comprar uma camiseta, uma única camiseta, e nessa loja encontra milhares de outras opções que, feliz ou infelizmente, são do seu agrado ao ponto de lhe fazer provar uma por uma. Os modelos são iguais, o que as diferenciam são as cores, e isso faz com que uma ou outra aparente vestir melhor e, portanto, ganham a sua preferência. Me deparei nessa situação no domingo passado e, ao refletir com calma, percebi que era algo que acontece com frequência em nossas vidas.

Como consumidora, confesso que dou preferência por uma loja, lanchonete ou restaurante com uma aparência mais vistosa, mais vibrante. Apostar na inovação do estilo de seu ponto comercial pode ser um bom diferencial em relação aos seus concorrentes. Assim como o logotipo, o nome e o slogan da empresa, também é importante pensar em quais cores usar, seja na hora de montar a loja ou de elaborar o logotipo, por exemplo.

Na escolha de qual combinação usar, opte por cores que representem algo para sua empresa. Mas atenção, tome alguns cuidados. As cores têm uma certa influência psicológica sobre o ser humano, algumas estimulam, outras tranquilizam. Isso acontece porque são captadas pela visão e transmitidas para o cérebro, onde refletem impulsos e reações ao corpo. Para não dar nenhuma bola fora, confira abaixo o significado das cores, segundo o site Mundo Educação:

Preto: permite a auto-análise, a introspecção, pode significar também dignidade, está associado ao mistério.
Branco: remete a paz, sinceridade, pureza, verdade, inocência, calma.
Verde: simboliza esperança, perseverança, calma, vigor e juventude e ainda lembra a natureza.
Vermelho: ativa e estimula, significa elegância, paixão, conquista, requinte e liderança.
Amarelo: desperta, traz leveza, descontração, otimismo. Simboliza criatividade, juventude e alegria.
Azul: produz segurança, compreensão. Propicia saúde emocional e simboliza lealdade, confiança e tranquilidade.
Laranja: além de significar movimento, espontaneidade, tolerância e gentileza, é uma cor estimulante.
Cinza: promove equilíbrio e estabilidade.
Rosa: significa romance, sensualidade, beleza.
Violeta: significa sinceridade, dignidade, prosperidade, respeito.
Marrom: associa-se a estabilidade, constância, significa responsabilidade e maturidade.”

Rigo – artista plástico mineiro de muito talento

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, Design de Interiores, História da Arte, decoração on junho 4th, 2010 by Marcia – 1 Comment

Artista plástico mineiro trabalha o ferro e o aço desde 1998.

Produz esculturas de parede, chão e mesa, objetos, cascatas e portas artísticas, usando a chapa oxidada e o aço inox, com uma leveza impressionante.

É muito bom de ver e apreciar.

Seguem fotos de algumas de suas peças e de alguns ambientes onde foram instaladas.

Mas visitem o site pois há muito mais… Há um link fixo ao lado direito para fácil acesso.

esc-198ar 198 -  2003 -  55 x 190 cm

esc-198ar 198 - 2003 - 55 x 190 cm

r 205 - 2003 -  20 x 150 cm (cada)

r 205 - 2003 - 20 x 150 cm (cada)

r 402  - 2005 -  100 x 100 cm

r 402 - 2005 - 100 x 100 cm

r 415 - 2006 - 50 x 100 cm

r 415 - 2006 - 50 x 100 cm

r 445 - 2006 - 75 x 145 cm

r 445 - 2006 - 75 x 145 cm

r 471 - 2006 -  250x200 cm

r 471 - 2006 - 250x200 cm

r 502 -  2007 - 102x127 cm

r 502 - 2007 - 102x127 cm

r 515 - 2007 - 60x150 cm

r 515 - 2007 - 60x150 cm

r 562-563 - 2007 - 30x145 cm

r 562-563 - 2007 - 30x145 cm

r 517 - 2007 - 120x120 cm

r 517 - 2007 - 120x120 cm

r 623 - 2008 - 86x93 cm

r 623 - 2008 - 86x93 cm

r 721 - 2009 - 60x210cm

r 721 - 2009 - 60x210cm

r 740 - 2009 - 50x150 cm

r 740 - 2009 - 50x150 cm

ambient-40a

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ambient-63a

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ambient-74a

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ambient-77a

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ambient-81a

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ambient-88a

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ambient-89a

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ambient-94a

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Vale muito conhecer de perto esse belíssimo trabalho :

R I G O  – artista plástico

www.rigoesculturas.com

rigo@rigoesculturas.com

( 31 )  99780777

atelier: r. salinas 92 gp 01

floresta – CEP : 31.015.294

BHte / Minas Gerais / Brasil

Teoria da Diversão

Posted in Construção e Tecnologia, Cor - Forma - Textura, Ergonomia on abril 15th, 2010 by Marcia – Be the first to comment

Essa idéia partiu da Volkswagen e faz parte de uma campanha intitulada Rolighetsteorin, que significa “teoria da diversão”.

O objetivo é estimular as pessoas a mudar atitudes rotineiras através do melhor incentivo que existe: a alegria, a felicidade.

Afirma-se que o número de pessoas que utiliza a escada rolante diminuiu em 2/3.

Ou seja, muitos dos que se utilizavam da escada rolante passou a utilizar a escada convencional. Não tão convencional!!!!!

Pode ser que isso não faça uma grande diferença na luta contra o sedentarismo.

Mas, sem dúvida nenhuma, combate o mau humor tão prevalecente nos dias de hoje.

Teoria da Diversão

Como encontrar equilíbrio no projeto paisagístico?

Posted in Cor - Forma - Textura, Paisagismo on abril 4th, 2010 by Marcia – Be the first to comment


Segundo Roberto Burle Marx no livro Arte e Paisagem, Conferências Escolhidas – Editora Nobel, 1987, “o jardim é como sinônimo de adequação do meio ecológico para atender às exigências naturais da civilização”.

Além de ser um antídoto contra o estresse, o paisagismo hoje é considerado investimento, pois além de ajudar na negociação de um imóvel, pode resultar em valorização em taxas que variam de 10% e 15%.

A paixão do ser humano pelos jardins não é sem motivos, pois a história da humanidade começa num belo jardim, sem dúvida o mais belo de todos – projetado para encantar e atender as necessidades do primeiro casal.

O paisagismo é também uma arte e como toda arte tem origem intelectual e é o reflexo da civilização, fruto de uma corrente de idéias e a marca de uma época. Para compreender os diversos estilos que coexistem em nossos dias é necessário estudar a História ou Evolução dos Jardins.

Mas, visto que a pergunta levantada é sobre como encontrar equilíbrio no projeto paisagístico vamos ao que interessa.

Planejar um jardim parece aos olhos de quem vê uma tarefa um tanto simples, mas esta tarefa envolve vários fatores importantes, entre eles e talvez o mais importante é o fato de estarmos lidando com seres vivos em constante mutação na própria busca de equilíbrio.

Mas, além desse fator, pode-se dizer que é impossível criar um jardim harmonioso e equilibrado sem o uso de Metodologia. Trata-se do estudo de métodos aplicado à solução de problemas teóricos e práticos, portanto, a metodologia é um instrumento de trabalho ou suporte. Ela não se limita ao levantamento de dados, mas utiliza-se de teorias, conceituação de problemas, formulação de hipóteses, criação de modelos, etc.

O bom planejamento paisagístico segue alguns passos:

1- Levantamento técnico e teórico, levando em conta:

a-     Dimensões e forma do espaço a ser trabalhado.

b-     Orientação geográfica.

c-      Verificação da implantação das edificações e de suas aberturas (portas e janelas).

d-     Verificação das estruturas aparentes e/ou subterrâneas (rede de água, esgoto, elétrica, distribuição de drenos e coletas de água, caixas de passagem, etc).

e-     Topografia.

f-        Localização e catalogação das espécies vegetais existentes no local.

2-     Análise dos elementos naturais:

a-     Fatores climáticos tais como direção e ocorrência de ventos dominantes, umidade, ocorrência de chuvas, temperatura, insolação – mapeando a variação de luz e sombra e as zonas de luz e sombra.

b-     Vegetação – estado da vegetação existente, porte, diâmetro da copa. Vegetação da vizinhança, para poder detectar quais se adaptam melhor a região a ser trabalhada.

c-      Circulações (caminhos) existentes e os necessários.

d-     Edificações vizinhas e a paisagem do entorno (as vistas que dão para o jardim – quais destacar e quais esconder).

e-     Análise visual do solo – textura, fertilidade, consistência. Caso se faça necessário uma análise mais minuciosa, é bom contar com a assessoria de um agrônomo.

3- Análise dos usuários.

a-     Necessidades materiais. Entre elas: realçar ou disfarçar defeitos, controlar a erosão do solo, reforçar elementos de segurança, evitar espécies venenosas, criar vedação visual ou sonora, etc.

b-     Necessidades práticas. Entre elas: custo de implantação e manutenção, ausência ou presença de pessoas para cuidar da manutenção; facilidade na manutenção; cultivo para uso culinário; convivência de plantas e animais;

c-      Necessidades emocionais. Sensações e preferências por cores, perfumes, formas, texturas. Preferência ou antipatia por alguma espécie. Aproveitamento de elementos naturais existentes.

d-     Necessidades comunitárias e sociais. Área de convivência e lazer.

e-     Prioridades e necessidades específicas de usuários.

4-     Elaboração do projeto.

a-     Pesquisas específicas

b-     Estudo preliminar. Uso de croquis. Zoneamento de áreas a serem trabalhadas e definição de circulações e preservação ou não de vegetação existente. Composição de formas e volumes.

c-      Anteprojeto. Desenhos em plantas, cortes esquemáticos, elevações, perspectivas. Definição de materiais e elementos inertes, iluminação, etc.

d-     Memorial descritivo. Dissertação definindo condições determinantes e a filosofia do projeto, inclusive a escolha das espécies.

e-     Projeto executivo. Apresentado por meio gráfico – plantas, cortes, elevações, detalhamentos, cotas, especificação de materiais e elementos, paginação de piso, sistema de irrigação, drenagem e iluminação, etc. Obviamente de acordo com o grau de formação do paisagista, em determinadas áreas, este necessitará de assessoria técnica de outros profissionais habilitados.

f-        Projeto de plantação. Locação e especificação das espécies vegetais (uso de legenda com nome vulgar e científico, quantidade e porte da muda), manual com dados de implantação, manutenção e cuidados.

g-     Planilha orçamentária com o custo de todos os elementos a serem utilizados e não apenas das espécies.

Algumas pessoas administram isso tudo com maestria, sem apego rigoroso a regras. Mas, esses são raros!

De modo geral, o paisagismo requer conhecimentos diversos – como artes, ciências humanas e naturais, organização de espaços, estética, preceitos técnicos, etc, além é claro de espécies vegetais.

A preocupação com os preceitos técnicos, abordados acima, juntamente com os aspectos estéticos tal como arquitetura, proporção, harmonia, ritmo, dominância, etc, acrescido da escolha esteticamente adequada de vegetação que combine entre si, facilitarão no bom resultado final: equilíbrio, harmonia e beleza que encanta e atrai.

Projetar um jardim não é tarefa simples, mas é bem simples perceber se um jardim teve projeto ou se não teve projeto.

Viver nas grandes cidades, longe da natureza e sem os belos jardins planejados e projetados com cuidado e amor é tarefa no mínimo triste! Os jardins nos aproximam do Criador.

Como disse Burle Marx certa vez: “A paisagem é definida por uma necessidade estética, não é luxo nem desperdício, mas a necessidade absoluta para a vida humana, sem o que a própria civilização perderia sua razão ética”. Arte e Paisagem, Conferências Escolhidas – Editora Nobel, 1987.

Design contemporâneo e ousado

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, Design de Interiores on dezembro 21st, 2009 by Marcia – Be the first to comment

Trabalho inovador da arquiteta italiana Simone Micheli.

Um perfil que sai da mesmice. Vale a pena conhecer o trabalho dela mesmo que a distância.

Fonte: www.contemporist.com

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

Atomic Spa Suisse by Simone Micheli foto de Jürgen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

photo by Juergen Eheim

photo by Juergen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

sketch lounge bar - photo by Juergen Eheim

samontana lounge bar - photo by mario corsini

samontana lounge bar - photo by mario corsini

samontana lounge bar - photo by mario corsini

samontana lounge bar - photo by mario corsini

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

 foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

foto by Juergen Eheim

Sofisticação e beleza em linhas puras

Posted in Cor - Forma - Textura, Design, Design de Interiores, decoração on novembro 23rd, 2009 by Marcia – Be the first to comment

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Sofisticação e beleza em linhas puras nesta peça do Designer japonês  Nosigner para Design Tide Tokyo.

Fonte: http://www.dezeen.com/2009/11/04/squares-by-nosigner/

O Vidro

Posted in Cor - Forma - Textura, Design de Interiores, decoração on outubro 18th, 2009 by Marcia – Be the first to comment

O vidro é um material muito utilizado nos projetos contemporâneos de Design de Interiores e Arquitetura.

Mas de onde vem o vidro?

Qual a diferença entre o vidro comum, temperado e laminado?

De uma forma divertida, a Kika da Tv Escola, explica:

Papel de parede

Posted in Cor - Forma - Textura, Design on setembro 20th, 2009 by Marcia – Be the first to comment

Padrões e cores para todos os gostos.

Maiores detalhes em www.interiorcomplex.com

Gus Villacampa – artista catalão que desenvolve lindos temas infantis.

Posted in Cor - Forma - Textura, História da Arte, Quartos / bedroom on setembro 2nd, 2009 by Marcia – 1 Comment
gus villacampa-1

gus villacampa-1

gus villacampa-2

gus villacampa-2

“Gus Villacampa é um avô sensacional. O artista catalão, que por anos emprestou seu talento para agências como DPZ, MC Cann, Norton e Y&R, criou uma personagem que reproduz, no papel, as peripécias da netinha Nanah, de 8 anos. Nanah recebe, lá nos Estados Unidos, o chamego criativo do vovô. Ouvir Gus contando isso – ou ouvir Gus contando qualquer história – é tão bom quanto olhar para os quadros e mimos que ele faz em madeira para quartos de criança. Os bichinhos que você vê nas fotos acima têm entre 15 e 20 cm de altura e custam R$ 18 cada. Ele cria os desenhos, arredonda as feições, testa as cores e coloca um amor tão grande em tudo isso que cada peça reluz carinho. Sim, ele aceita encomendas para criar novos enfeites e tem outras coleções – com outros preços, claro. Eu adoro o da Arca de Noé – coloquei uma fotinho logo abaixo. Dê uma olhada no site e, se puder, bata um longo papo com Gus para se lembrar de como é gostoso ter um avô.”  Texto de Marcia Carini.

Fonte:  http://casa.abril.com.br/blogs/prateleira/labels/Gus%20Villacampa.shtml

Eu tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente pois ele nos brindou com uma pintura de nossa amada Meg. Aliás, foi uma delícia conhecer o Gus e sua esposa Cleide. Suas histórias são ótimas mesmo. Um casal muito fofo. São aquele tipo raro hoje em dia. Bjo pros dois.

Coloquei um link ao lado para acessarem o site dele.

Nem todos enxergam as coisas da mesma forma.

Posted in Cor - Forma - Textura on agosto 24th, 2009 by Marcia – Be the first to comment

No site www.idea.org há um simulador de imagens muito interessante para entendermos como pessoas daltônicas e com cataratas enxergam as coisas.

Você pode escolher várias imagens para conferir no simulador.
Para Designers ou não esta é uma ferramenta e um referencial no mínimo interessante.


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